Tenho um problema. Agora sou mesmo eu. Não me consigo chatear com as pessoas, (a não ser, claro, que tenha razoes MUITO fortes para tal), eu tento mas não consigo. Fazer cara de má não resulta. Impor respeito obviamente também não. Então tentar a força para ambos muito menos. Eu tento. Eu juro que tento, mas não consigo, desmancho-me a rir. Não há volta a dar! Existem pessoas (pelo menos duas) que estão a precisar que eu faça cara de má. Andam-me a pressionar em relação a um bebé. (E giro que ele é. Meu deuusss) é claro que este bebé é primo do namorado de uma colega minha, que por sua vez é a pessoa numero dois (confuso?), pois bem, estão ambos, 12 horas, no mínimo, a chatear-me a cabeça com este assunto (não que eu me importe, ou importasse. Não sei bem) mas chego a um ponto que não dá mais. E era nestas alturas que eu gostava de conseguir fazer cara de má. Gritar. Impor-me, ou até usar a força neles. Mas não consigo. Resultado: Falho e risada geral, o que os leva a querer que afinal quero uma coisa que digo que não quero mas que se calhar lá no fundo quero. Ou não. Também ainda não percebi. Confuso? Eu também!!
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Doutor, Preciso de Ajuda! II
- Como conseguir ter uma conversa séria sem rir?
Tenho um problema. Agora sou mesmo eu. Não me consigo chatear com as pessoas, (a não ser, claro, que tenha razoes MUITO fortes para tal), eu tento mas não consigo. Fazer cara de má não resulta. Impor respeito obviamente também não. Então tentar a força para ambos muito menos. Eu tento. Eu juro que tento, mas não consigo, desmancho-me a rir. Não há volta a dar! Existem pessoas (pelo menos duas) que estão a precisar que eu faça cara de má. Andam-me a pressionar em relação a um bebé. (E giro que ele é. Meu deuusss) é claro que este bebé é primo do namorado de uma colega minha, que por sua vez é a pessoa numero dois (confuso?), pois bem, estão ambos, 12 horas, no mínimo, a chatear-me a cabeça com este assunto (não que eu me importe, ou importasse. Não sei bem) mas chego a um ponto que não dá mais. E era nestas alturas que eu gostava de conseguir fazer cara de má. Gritar. Impor-me, ou até usar a força neles. Mas não consigo. Resultado: Falho e risada geral, o que os leva a querer que afinal quero uma coisa que digo que não quero mas que se calhar lá no fundo quero. Ou não. Também ainda não percebi. Confuso? Eu também!!
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Doutor, Preciso de Ajuda!
- Como mentir?
Pois bem, não sei mentir. Sejam elas a sério, ou umas “merdinhas”. Não consigo. Nem para as criancinhas. Há uns meses, na altura do Rock in Rio, estava eu na minha cidade, a fazer de STAFF numa prova nocturna, e estava de phones nos ouvidos a ouvir o Grossóoo do Jon Bon Jovi a cantar. Nem que estava mal. Comida e bebida á pala, e ainda estar a ouvir o Jon Bon Jovi, parece bom. Pois bem a certa altura da noite, com muita felicidade no cérebro e MUITA alegria a correr-me pelas veias, decidi atravessar uma das pontes a correr para ir dizer qualquer coisa a uma amiga e estava do outro lado. Agora imaginem pessoas a ver a prova e o Jon Bon Jovi a saltar-me do bolso, em direcção ao rio. Primeiros 5 segundos não consegui reagir. Fiquei a ver o Telemóvel (que era da minha mãe, porque o meu na altura não tinha rádio, então decidi trocar os cartões) a cair dentro de água. Juro que até pareceu que foi em câmara lenta. Fiquei (ainda mais) fora de mim. Desatei aos gritos que nem (ainda mais) parva. Cheguei ao outro lado, e no meio de gritos (tentei) explicar-lhe o que aconteceu. Obviamente ela não acreditou. Eu feita parva, continuei aos gritos, até que ela olhou para mim e solta um: “Ah. Pois foi. Tu não sabes mentir!” e eu continuei a gritar (qualquer coisa que não me lembro) mas como se ela estivesse do outro lado da margem do rio.
Pois bem, não sei mentir. Sejam elas a sério, ou umas “merdinhas”. Não consigo. Nem para as criancinhas. Há uns meses, na altura do Rock in Rio, estava eu na minha cidade, a fazer de STAFF numa prova nocturna, e estava de phones nos ouvidos a ouvir o Grossóoo do Jon Bon Jovi a cantar. Nem que estava mal. Comida e bebida á pala, e ainda estar a ouvir o Jon Bon Jovi, parece bom. Pois bem a certa altura da noite, com muita felicidade no cérebro e MUITA alegria a correr-me pelas veias, decidi atravessar uma das pontes a correr para ir dizer qualquer coisa a uma amiga e estava do outro lado. Agora imaginem pessoas a ver a prova e o Jon Bon Jovi a saltar-me do bolso, em direcção ao rio. Primeiros 5 segundos não consegui reagir. Fiquei a ver o Telemóvel (que era da minha mãe, porque o meu na altura não tinha rádio, então decidi trocar os cartões) a cair dentro de água. Juro que até pareceu que foi em câmara lenta. Fiquei (ainda mais) fora de mim. Desatei aos gritos que nem (ainda mais) parva. Cheguei ao outro lado, e no meio de gritos (tentei) explicar-lhe o que aconteceu. Obviamente ela não acreditou. Eu feita parva, continuei aos gritos, até que ela olhou para mim e solta um: “Ah. Pois foi. Tu não sabes mentir!” e eu continuei a gritar (qualquer coisa que não me lembro) mas como se ela estivesse do outro lado da margem do rio.
Senti-me Feliz.
Pelo menos até chegar a casa!
=)
domingo, 23 de novembro de 2008
Gostei.
Reencontrei-o.
Um GRANDE amigo.
Aquele que aos 10 anos me escreveu um bilhete a perguntar: “Queres namorar comigo?” e mandou um amigo entregar-me. Um namorado daqueles só de andar de mãos dadas, mas que era especial. Aquele que estava comigo sempre. Aquele que falava muito e o muito que falava era a brincar. Aquele que tinha [ainda tem!] aquele brilho especial nos olhos. Aquele que após estes anos todos continua igual. Continua um querido, mas um parvo [ No bom sentido claro]. Aquele que ainda me faz rir que nem uma perdida. Aquele que me faz acreditar que não existem limites. Aquele que almoçou comigo, e quis que fica-se de frente para ele para não se sentir só. Aquele de quem eu tenho saudades, de todos os momentos. De todas as parvoíces, de todas as asneiras feitas no ciclo.
Tenho saudades.
Mas são estas coisas que nos fazem ver que o tempo passa e por mais que custe fazem-nos crescer e ver que as coisas mudam. Muitas vezes para melhor.
sábado, 22 de novembro de 2008
Finalmente. Again.
Sensivelmente (como eu gosto desta palavra!) um mês depois, publiquei o meu blog.
Vamos ver se não me arrependo!
Vamos ver se não me arrependo!
eheheh
=)
Bora la'.
Nostalgia. Outra Vez!
Estava eu a vaguear algures por um Blog e encontrei isto. Comecei a ler apenas por curiosidade e em cada frase, sorria, não só pela simplicidade mas por ser completamente verdade e sentir falta destes tempos.
E tu, se nasces-te ou cresceste nos anos 90, ok, 87, 88 e 89 também vais sentir o mesmo. Tenho a Certeza.
◊ Ainda te lembras de quando valia a pena acordar cedo para ver desenhos animados;
◊ Sabes de cor a música de pelo menos 4 canções da Disney;
◊ Fazias aquelas coisinhas de papel para ver com quem é que te ias casar os 'quantos queres?' ;
◊ Cantavas as musicas das Spice Girls, mas não sabias bem o que é que estavas a dizer;
◊ Sabias que a Power Ranger cor de rosa e o verde ainda iam acabar juntos;
◊ Não perdias um episódio do Dragon Ball;
◊ Tiveste, pelo menos, um Tamagotchi;
◊ Sabias as músicas dos Onda Choc de cor 'ele é o reiii, eiii, eiii'
◊ Ainda és do tempo em que a Anabela cantava 'quando cai a noite na cidadeee'...
◊ Brincavas aos Polly Poquet!
◊ Ainda te lembras da coreografia da Macarena;
◊ Gritavas 'Olhós namorados, primos e casados!';
◊ Tururururu Inspector Gadget Tururututu!
◊ Ainda te lembras de ver a tua mãe ou a tua avó a chorar a ver o 'Ponto de
encontro'.
◊ 500 escudos dava para tanta coisa!
◊ 'Bem-vindos ao mundo encantado dos brinquedos, onde há reis, princesas, dragões!'
◊ Todas as tuas decisões importantes eram feitas com um 'pim-pu-ne-ta'
◊ 'Velho' queria dizer qualquer pessoa acima dos 17 anos;
◊ Querias sempre um Push-pop e a tua mãe nunca te queria dar porque ficavas todo a colar!!!
◊ Levaste pelo menos um sermão por teres colado o teu 'pega-monstros' ao tecto da cozinha;
◊ Trocavas tazzos e matutolas;
◊ Vias o Zig-Zag, e o Buereré.
◊ Vias o Riscos, no canal 2, e sentias-te muito mais crescida.
◊ Respondias aos insultos com 'quem diz é quem é!!'
◊ Lembras-te de ver os Simpsons e de não perceberes porque é que, sendo desenhos animados, não tinham graça nenhuma;
◊ Viste o Rei Leão, e os 101 dálmatas.
◊ Ainda te lembras de quando valia a pena acordar cedo para ver desenhos animados;
◊ Sabes de cor a música de pelo menos 4 canções da Disney;
◊ Fazias aquelas coisinhas de papel para ver com quem é que te ias casar os 'quantos queres?' ;
◊ Cantavas as musicas das Spice Girls, mas não sabias bem o que é que estavas a dizer;
◊ Sabias que a Power Ranger cor de rosa e o verde ainda iam acabar juntos;
◊ Não perdias um episódio do Dragon Ball;
◊ Tiveste, pelo menos, um Tamagotchi;
◊ Sabias as músicas dos Onda Choc de cor 'ele é o reiii, eiii, eiii'
◊ Ainda és do tempo em que a Anabela cantava 'quando cai a noite na cidadeee'...
◊ Brincavas aos Polly Poquet!
◊ Ainda te lembras da coreografia da Macarena;
◊ Gritavas 'Olhós namorados, primos e casados!';
◊ Tururururu Inspector Gadget Tururututu!
◊ Ainda te lembras de ver a tua mãe ou a tua avó a chorar a ver o 'Ponto de
encontro'.
◊ 500 escudos dava para tanta coisa!
◊ 'Bem-vindos ao mundo encantado dos brinquedos, onde há reis, princesas, dragões!'
◊ Todas as tuas decisões importantes eram feitas com um 'pim-pu-ne-ta'
◊ 'Velho' queria dizer qualquer pessoa acima dos 17 anos;
◊ Querias sempre um Push-pop e a tua mãe nunca te queria dar porque ficavas todo a colar!!!
◊ Levaste pelo menos um sermão por teres colado o teu 'pega-monstros' ao tecto da cozinha;
◊ Trocavas tazzos e matutolas;
◊ Vias o Zig-Zag, e o Buereré.
◊ Vias o Riscos, no canal 2, e sentias-te muito mais crescida.
◊ Respondias aos insultos com 'quem diz é quem é!!'
◊ Lembras-te de ver os Simpsons e de não perceberes porque é que, sendo desenhos animados, não tinham graça nenhuma;
◊ Viste o Rei Leão, e os 101 dálmatas.
◊ Já te apercebeste que já não és uma criança, e que sabe bem recordar os momentos que já passaram...
Tantas saudaditas destes tempos. Está tudo tão diferente.
Saudades de quando depois da escola, regressava a casa com os amigos numa carrinha de caixa aberta e dizíamos olá a toda a gente que se cruzava connosco.
Saudades de chegar a casa depois da escola, fazer os trabalhos de casa a correr para ir brincar para a rua.
Saudades de sair de bicicleta com os amigos e chegar a casa cheia de lama.
Saudades de passar as tardes fora de casa, pelos campos, arrancar a fruta das árvores e nem nos preocupava-mos em lavar.
Saudades de tocar as campainhas e fugir.
Saudades de todos os planos que fazíamos em criança.
Saudades de ir ao café e conhecer e falar com toda a gente.
Saudades de tudo. Isto fez-me ver o quanto os tempos mudam. Mudaram depressa. Muito depressa.
Tantas saudaditas destes tempos. Está tudo tão diferente.
Saudades de quando depois da escola, regressava a casa com os amigos numa carrinha de caixa aberta e dizíamos olá a toda a gente que se cruzava connosco.
Saudades de chegar a casa depois da escola, fazer os trabalhos de casa a correr para ir brincar para a rua.
Saudades de sair de bicicleta com os amigos e chegar a casa cheia de lama.
Saudades de passar as tardes fora de casa, pelos campos, arrancar a fruta das árvores e nem nos preocupava-mos em lavar.
Saudades de tocar as campainhas e fugir.
Saudades de todos os planos que fazíamos em criança.
Saudades de ir ao café e conhecer e falar com toda a gente.
Saudades de tudo. Isto fez-me ver o quanto os tempos mudam. Mudaram depressa. Muito depressa.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Wake Up
Sei que a vida passa.
Sei que temos de a aproveitar ao máximo.
Mas penso que apesar de tudo a minha passa rápido de mais e sinto que não a ando a aproveitar como ela queria que eu fizesse.Sinto a vida a passar por mim. Isso não é bom.Devia aproveitar mais. O que é que me vai acontecer no final desta corrida? Sim. Infelizmente isto não passa de uma corrida, em que apenas os melhores vencem [É a lei da vida. Sempre foi!]. Não quero ser a melhor. Sei que isso tem vantagens, mas também sei que tem desvantagem.
Não gosto disso.
Quero viver a minha vida na boa. Ela é minha. Vive-la á minha maneira, com os meus, com as minhas regras, e com tudo, ou quase tudo a que tenho direito, até porque não preciso de muito para ser feliz.
A felicidade constrói-se, e a minha penso que esta a começar, pelo menos a fazer sentido.
Sei que temos de a aproveitar ao máximo.
Mas penso que apesar de tudo a minha passa rápido de mais e sinto que não a ando a aproveitar como ela queria que eu fizesse.Sinto a vida a passar por mim. Isso não é bom.Devia aproveitar mais. O que é que me vai acontecer no final desta corrida? Sim. Infelizmente isto não passa de uma corrida, em que apenas os melhores vencem [É a lei da vida. Sempre foi!]. Não quero ser a melhor. Sei que isso tem vantagens, mas também sei que tem desvantagem.
Não gosto disso.
Quero viver a minha vida na boa. Ela é minha. Vive-la á minha maneira, com os meus, com as minhas regras, e com tudo, ou quase tudo a que tenho direito, até porque não preciso de muito para ser feliz.
A felicidade constrói-se, e a minha penso que esta a começar, pelo menos a fazer sentido.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Coiso.
Sinto-me uma verdadeira adolescente. E devo dizer que gosto desta sensação. Parece que estou apaixonada.
Se calhar estou.
Passo o dia com aquele sorriso estúpido na cara.
Sorrio ainda mais quando penso ti.
Olho para o telemóvel de cinco em cinco minutos á espera de uma mensagem tua.
Ou escrevo uma sms a dizer: “olaa.. tudo bem?” e penso que se calhar não devia de ter enviado. Mesmo depois de ter.
Ou simplesmente quando penso em ti e o telemóvel toca. [esta sim. Arrepia].
Sorrio quando me apetece fazer cara má quando a tua prima faz planos sobre nós. [sim. Penso que ela já planeou o nosso casamento.]
Sorrio com tudo.
Tudo o que está relacionado contigo.
Connosco.
Com as nossas férias.
As nossas saídas.
Sinto-me parva.
Mas acho que gosto.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Olhares.
Aos poucos tenho aprendido que os olhares realmente dizem muita coisa. Valem mais que mil palavras.
Há olhares de desespero. De paixão. De desejo. De mais. De respeito. De curiosidade. De culpa. De arrependimento. De saudade. De felicidade. De cumplicidade. De rejeição. De medo. De ódio. De desprezo. De rancor. De fúria.
Olhares de coisas boas. Olhares de coisas más.
Há também olhares que não conseguimos decifrar. São autênticos enigmas. Olhares que por mais que olhemos, por mais que tentemos não passam disso, olhares que não sabemos interpretar, porque a outra pessoa não dá “o braço a torcer”, ou simplesmente porque também ela não sebe o que quer.
Há olhares que marcam.
O teu marca-me todos os dias. Sempre que olhamos um para o outro e desviamos apressados como se tivéssemos feito algo errado. Sempre que procuro [e encontro] o teu olhar no meio da multidão. Sempre que passas por mim e desvias o olhar. Sempre que te afastas e me afastas. Sempre que evitamos estar juntos. Sempre que sei que olhas para mim. Sempre que te metes no meu caminho [e são muitas vezes] e olhas para mim com o teu olhar único que faz sentir as borboletas na barriga.
O teu olhar é único. É único porque mata. E eu, eu sinto que a cada olhar morro lentamente. Lentamente pela suavidade, tranquilidade que transmite. Lentamente porque espero algo mais que um olhar. Algo que me faça acreditar em ti, e que depois de tudo as coisas possam mudar. Mudar para melhor.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Medos.
Hoje durante a tarde estive a ver um programa na tv. Em que o tema principal era o Medo. Quais as coisas que nos metem mais medo. Confesso que fiquei com medo.A lista das coisas de que tenho medo e’ um pouco extensa.
Tenho medo de:
. Aranhas.
. De cobras.
. De qualquer outro insecto com mais de quatro patas.
. De cães, especialmente dos vadios.
. Dos olhares intimidadores dos gatos.
. De Ratos.
. Animais claramente maiores ou mais pesados que eu.
. Alturas.
. Grandes Velocidades.
. De não conseguir o que quero.
. De perder alguns dos meus sentidos, nomeadamente a audição.
. De andar de elevador.
. Da solidão.
. Da dor.
. Da pobreza.
. Das Dificuldades.
. Da morte.
. De perder as pessoas que mais gosto.
. De ter medo.
Não estão todos. Provavelmente faltam alguns. Mas tentei.
Tenho medo de:
. Aranhas.
. De cobras.
. De qualquer outro insecto com mais de quatro patas.
. De cães, especialmente dos vadios.
. Dos olhares intimidadores dos gatos.
. De Ratos.
. Animais claramente maiores ou mais pesados que eu.
. Alturas.
. Grandes Velocidades.
. De não conseguir o que quero.
. De perder alguns dos meus sentidos, nomeadamente a audição.
. De andar de elevador.
. Da solidão.
. Da dor.
. Da pobreza.
. Das Dificuldades.
. Da morte.
. De perder as pessoas que mais gosto.
. De ter medo.
Não estão todos. Provavelmente faltam alguns. Mas tentei.
domingo, 9 de novembro de 2008
Cá Vai.
Não. Não aprendi á pouco o abecedário. Achei interessante fazer isto. Gosto destas coisas parvas que nos fazem perder tempo e que não tem qualquer interesse. É mentira.
A de Amiga
B de Bronca e Barraca. (Costumo dar dos Dois).
C de Curiosa.
D de Doida.
E de Exagerada. (Um pouco vá).
F de Forte, Fraca, Feliz.
G de Guitarra (Amo, o som, as guitarradas na praça, no jardim).
H de Hiperactiva. (Um pouquinho).
I de Impaciente (Ui).
J de tanta coisa.
L de Leal, Louca, Lúcida (ás vezes).
M de Meiga.
N de Norte (Nunca sei qual o meu), Nicole (a minha afilhada linda).
O de Ódio (uma certa pessoa).
P de Parva.
Q de Que?
R de ridícula.
S de Solidária (penso mais nos outros que em mim).
T de Tonta.
U de Única
V de Vento (tenho uma cabeça de vento).
X de Xata (sei que não é assim que se escreve mas não me lembrava de mais nenhuma. E porque sou.).
Z de boa qeZtão.
Provavelmente a coisa mais parva dos ultimos tempos.
Custa a admitir?
Não.
Provavelmente é para repetir.
=)
Mas com coisas com mais sentido.
Espero.
A de Amiga
B de Bronca e Barraca. (Costumo dar dos Dois).
C de Curiosa.
D de Doida.
E de Exagerada. (Um pouco vá).
F de Forte, Fraca, Feliz.
G de Guitarra (Amo, o som, as guitarradas na praça, no jardim).
H de Hiperactiva. (Um pouquinho).
I de Impaciente (Ui).
J de tanta coisa.
L de Leal, Louca, Lúcida (ás vezes).
M de Meiga.
N de Norte (Nunca sei qual o meu), Nicole (a minha afilhada linda).
O de Ódio (uma certa pessoa).
P de Parva.
Q de Que?
R de ridícula.
S de Solidária (penso mais nos outros que em mim).
T de Tonta.
U de Única
V de Vento (tenho uma cabeça de vento).
X de Xata (sei que não é assim que se escreve mas não me lembrava de mais nenhuma. E porque sou.).
Z de boa qeZtão.
Provavelmente a coisa mais parva dos ultimos tempos.
Custa a admitir?
Não.
Provavelmente é para repetir.
=)
Mas com coisas com mais sentido.
Espero.
Coincidências
Nunca fui muito de acreditar em coincidências, apesar de certas vezes, quando acontece algo estranho dizer: “É uma coincidência”. Pois Bem, será mesmo uma coincidência ou um sinal do destino? Às vezes penso sobre isto, e hoje foi uma das vezes. Mas tenho uma razão especial.
Há uma pessoa que me deixa completamente fora do sério. Não tenho palavras para descrever. É uma mistura de ódio, com desprezo [apesar de ser um pouco difícil], indiferença, raiva e muitos mais que não vou enumerar. Pois bem, essa pessoa chama-se Jorge. Frequenta a mesma escola que eu e durante quase uma ano a nossa “relação” não passava de uma simples, mas intensa, muito intensa, troca de olhares, até eu decidir dar um pequeno passo e ser completamente rejeitada, uma rejeição daquelas quase a roçar no desprezo. Vivi durante alguns meses com essa rejeição dentro de mim e confesso que até tentei esquecer tal sucedido. Não consegui. Regresso às aulas. Durante bastante tempo evitava por completo olhar para ele, apesar de me sentir observada. De repente, em cerca de duas semanas, teve a menos de 10cm de mim. Não disse uma única palavra. Sentou-se á minha frente, quase que batia contra mim ao entrar dentro da escola no meio da confusão. É das pessoas que se destaca quando entro na escola [Não esquecendo o ódio, raiva etc. anteriormente enunciado] e pior. Como se não basta-se agora trabalha numa das minhas esplanadas preferidas. Fiquei estática quando o vi. Ele também me viu. Sei que sim. Tenho a certeza. Agora não me apetece ir para a esplanada. Não me apetece olhar para ele. ENERVA-ME. Não deixa de ser o rapaz discreto da escola que ninguém repara, Não deixa de ser o mais giro de sempre. Não deixo de sentir este ódio por ele. E ódio não é bom. Mas ele enerva-me. E está sempre no meu caminho, como se eu nunca tivesse reparado nele. Infelizmente já. Não me sai da cabeça. Mas o ódio também não.
Sei que coincidência não é um com titulo, mas não me ocorreu outro.
domingo, 2 de novembro de 2008
I Miss Everything
Às vezes penso no que seria a minha vida se eu pudesse voltar a trás.
Não digo começar do zero.
Pegar no calendário e andar alguns anos para trás.
Adorava.
Adorava voltar àquela noite. Ouvir a tua voz. Voltar a ver aquele sorriso. Fazer outras escolhas. Escolher outros caminhos.
Quando ouço aquela música, o meu mundo pára.
Recordo momentos, olhares, aquelas tardes.
Apetece-me chorar.
Fico confusa com tudo.
Dói.
Pergunto o Porquê de tudo.
Se todas as histórias têm um final feliz onde está o nosso?
Onde estás tu?
O que feito de ti?
Porquê?
Porque desapareces-te?
Como tudo pode acabar assim?
Todas aquelas músicas, filmes, as nossas tardes mágicas.
Aqueles beijos.
As minhas mãos nas tuas.
Dói pensar em ti.
Dói pensar no passado.
Dói pensar…
sábado, 1 de novembro de 2008
Mudanças
Achei que “mudanças” era um bom título para uma mensagem.
Não perguntem porquê.
Simplesmente porque sim.
Ou porque devo precisar de uma.
Quer dizer… cortei o cabelo
É uma mudança!?
Se calhar não era bem uma mudança destas. Mas de qualquer maneira daqui a um ano não se nota nada. Há que aguentar.
180
Acho que é uma mudança de 180 graus.
Às vezes faz falta e eu acho que preciso de uma entretanto.
Preciso de liberdade.
De sair.
De espairecer a cabeça.
De conhecer o mundo.
Apetece-me sobretudo saber o que quero.
É que não sei.
Á três anos atrás tive de escolher o que queria para o resto da vida, e escolhi mal. Confundi o que gostava com o que queria.
Agora…
Agora preciso de uma mudança. E não de um corte de cabelo.
Será que ainda vou a tempo? Quer dizer... Quanto ao cabelo não.
Enfim…
Se não perceberam talvez é porque não era mesmo para perceber!
Não perguntem porquê.
Simplesmente porque sim.
Ou porque devo precisar de uma.
Quer dizer… cortei o cabelo
É uma mudança!?
Se calhar não era bem uma mudança destas. Mas de qualquer maneira daqui a um ano não se nota nada. Há que aguentar.
180
Acho que é uma mudança de 180 graus.
Às vezes faz falta e eu acho que preciso de uma entretanto.
Preciso de liberdade.
De sair.
De espairecer a cabeça.
De conhecer o mundo.
Apetece-me sobretudo saber o que quero.
É que não sei.
Á três anos atrás tive de escolher o que queria para o resto da vida, e escolhi mal. Confundi o que gostava com o que queria.
Agora…
Agora preciso de uma mudança. E não de um corte de cabelo.
Será que ainda vou a tempo? Quer dizer... Quanto ao cabelo não.
Enfim…
Se não perceberam talvez é porque não era mesmo para perceber!
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