terça-feira, 31 de maio de 2011

Gosto Tanto!

Quarto Dia

200% Bêbeda.

Foi sem sombra para duvidas a melhor das noites. Saí de casa com o meu irmão e disse: ‘vejo o fogo de artificio e volto para casa’. Sei que o meu pai pagou duas imperiais, eu de seguida bebi mais duas, uma colega minha pagou outra, e mais outra, e outra. Sei que estava mesmo bêbeda, mas nunca bêbeda ao ponto de fazer coisas estúpidas. O pior que eu fiz foi pedir um Magnum de Amêndoa e um pacote de batatas fritas Lays (para dividir com um rapaz que conheço e que organizou as festas o ano passado), a senhora deu-me um gelado dentro de um copo de cerveja, andou toda a gente a comer com o dedo e depois fui pedir uma colher e deram-me uma daquelas grandes de servir. Depois fui ainda com o meu vizinho pedir pipocas á senhoras das pipocas, que nos ofereceu dois pacotes, e como nesta altura eu estava mesmo bêbeda, peguei nas pipocas, entrei pelo ‘bar’ onde estavam todos os que organizaram a festa e andei a distribuir pipocas por todos. Incluindo ao padre que foi o que comeu mais. Depois como fiz a boa acção de partilhar as pipocas com eles, os da organização ofereceram-me mais cerveja, o padre absolveu os meus pecados. No fundo acho que valeu a pena!!

Terceiro Dia

70% bêbeda

Acordei, às 11 da manhã, e á uma da tarde estava pronta para ir ver o jogo das minhas pequenas. Dizem-me que tenho de levar uma carrinha. Ressacada, cheia de sono e a conduzir uma carrinha cheia em direcção às Caldas da Rainha. Regressámos às 10 da noite e a fazer m*rda em plena A8, ou não seriam coisas minhas. E andar numa carrinha de 6 lugares a 150 na auto-estrada, é brutal! Chegámos, bebemos cerveja e jogamos snooker mas fomos bastante cedo para casa!

Segundo Dia

Bebedeira Numero #2

O dia começou às 4 da tarde com touros, seguiu-se a minha quase segunda morte quando uma colega minha que à hora de jantar enfiou o carro de marcha a trás por uma ‘ribanceira’ com mais 3 pessoas lá dentro. Assim que o carro parou e vimos que estávamos todas bem, saímos do carro e rimos que nem parvas. [tecnicamente o carro deslizou porque á medida que se tentava por o carro a andar, ele descia mais e como era um piso em cimento molhado com terra e ervas, a coisa não correu muito bem], jantámos e encontrámos um jipe com um gancho e o senhor puxou o carro. Fomos novamente para a dita festa, e foi mais uma vez a desgraça. Com a sorte que eu tenho ganhei uma bola, os escuteiros passaram a vida a chatear-me para eu pregar os pregos [havia uns pregos enormes e era suposto dar marteladas naquilo até ele se enfiar na madeira antes que a pessoa a lado o fizesse]. De notar que enquanto uma pessoa acaba eu ainda estou a tentar acertar no prego. Joguei snooker e tive conversas ESTRANHAS com o J.
Por volta das 3 da manhã, apareceram três primos meus, e foram provavelmente os melhores momentos dos dois dias. Acabei por oferecer a minha bola que ganhei com tanto amor e carinho a um senhor porque ele prometeu que a filha podia casar com um dos meus primos.

sábado, 28 de maio de 2011

Primeiro dia:

Bebedeira número #1

Festas da terrinha = Muito Álcool. Nunca na minha vida o tinha visto o M. tão bêbado. O J., penso que desapareceu com a amiga loura falsa que comeu numa festa qualquer um mês depois de nos termos chateado. Fui mais uma vez levar um bêbado a casa, e fiz uma amiga* nova. Tinha-a visto durante a tarde, numa das roulotes que estão por aqui. A meio da noite pediu-me lume, e dois minutos depois já a tínhamos chamado e estava sentada a conversar e beber connosco. Muito fixe. Gostei dela. Tem muita pedalada mas é espectacular. Perdemos o M, ‘roubámos’ as cadeiras do café, jogámos snooker bêbados (e devo dizer que quase ganhei!), fizemos promessas, fingimo-nos completamente sóbrios junto da mãe de uma das pequenas que joga comigo. Cantámos o ‘cavalinho na feira a comer’, cantámos muito e provámos que somos grandes. Que somos MUITO grandes. Passo a explicar porquê: Já passavam das 4 da manhã, estávamos sentados nas escadas da igreja e a nossa amiga nova pergunta:
Ela: Não notam nada em mim?
Eu: Não
Cromo1: Tens um piercing?
Ela: Não é isso.
Cromo 2: Tens uma cicatriz no nariz.
Ela: Sim, foi o meu gato, mas não é isso.
Eu: Não, assim não vamos lá.
Ela: Sou cigana.
Cromo1: A sério? Não pareces nada!
Ela: Yap. Mas sou!
Eu feita parva a olhar para ela: E depois? Por mim podes ser branca, preta, amarela, homossexual, bissexual, heterossexual, rica ou pobre. És simpática para nós, nós somos simpáticos contigo! (foi um discurso bonito e inspirado pelo álcool!)
Cromo1 confuso sem saber se olhava para mim ou para ela: Sim, é o que ela disse;
Ela sorriu, bebemos mais uma cerveja e fomos dormir porque hoje vai ser outro grande dia!!


* Ficámos a saber que calça o 34, que só é maior de idade á 2 meses, que tem um filho com 9 meses, que o pai do filho lhe bateu, que o caso está em tribunal, que o pai está preso e que nunca o conheceu, que já vendeu droga, e que é uma grande maluca.

domingo, 22 de maio de 2011

Eu devia saber que quando recebo uma sms e no ecrã aparece escrito ‘Ignorar’, eu devia mesmo ignorar! Mas não…

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Se tudo correu bem , o meu querido maninho comprou-me uns óculos exactamente iguais!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O ‘mais’ interessante no ‘ataque’ de ontem, foi ter feito uma viagem de 10 minutos de carro da qual só me lembro de ter deixado o carro ir a baixo assim que saí do parque de estacionamento onde estava, ficar parada no meio da estrada e de depois chegar a casa. Como foi a viagem? Não me lembro. As únicas coisas que me lembro é de tremer e transpirar muito, de ter a respiração muito acelerada, de não conseguir focar a visão como deve de ser e de me sentir completamente perdida. Depois peguei no carro e cheguei não sei como a casa. Fiquei cheia de dores de cabeça e mordi o interior do lábio. Tenho a parte de dentro do lábio literalmente em ferida. Já para não falar que parece que ando com uma expressão completamente apática e com olhos de quem não dormiu.
Tirando o facto de realmente sentir que estou a perder a pouca sanidade mental que me resta (e desta fez é mesmo a sério), e de me sentir completamente desmotivada em relação a tudo, incluindo levantar-me da cama todas as manhãs, a vida corre-me bem.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Sabem o que é mesmo bom?


Ataques de Ansiedade.
Esta é a minha nova faceta. O que no estado em que eu ando, só torna a minha vida ligeiramente mais ‘deprimente’. Na merda portanto!
Apetece-me andar aos murros às paredes. Nada de mais.
Agora tomei pequeno comprimido e vou dormir até amanhã de manhã!

Expectativas

Lembro-me daquilo que eu era á 5 anos atrás, e comparo com o que sou agora. Podia tentar recordar-me de muitos aspectos mas vou optar pelo desportivo.
Á cerca de 5 anos atrás, tinha dias que corria 8 quilómetros e acabava apenas com algumas dores musculares. Tinha uma óptima preparação física. Agora, corro 3 minutos e começo a hiper-ventilar. Á cinco anos atrás, era considerada das melhores jogadoras da minha equipa, era uma jogadora consideravelmente temida pelas equipas adversárias. Recebi um prémio de jogadora mais promissora, de melhor jogadora e até houve um de recorde de golos marcados num só jogo. Actualmente passo os dias sentada no banco porque não consigo correr.
A minha médica diz-me que depois da cirurgia vou poder voltar a correr e praticar desporto normalmente, eu fico cheia de expectativas. Já me imagino nos passeios de bicicleta matinais que a minha família organiza, já me imagino a correr ao final do dia sem ter de parar de 5 em cinco minutos, e já me imagino a ser novamente uma daquelas jogadoras que corre e salta e aguenta um jogo inteiro dentro das quatro linhas.
Vamos lá ver as coisas vão correr bem!!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Jantar com os avós no terraço Parte I

[jantar quase ás escuras por não haver luz desde o ano passado]

Avó: Tens de chamar o electricista para arranjar a luz.
Pai: Não eu preciso, quando eu vir uma peça parecida com essa arranjo isso.
Eu: Como fizeste o ano passado?
Mãe: Como fizeste quando as luzes da sala não acendiam?
Pai: Olha, até parece, eu tive aulas de electricidade quando andava na escola!
Eu: Isso foi há mais de 20 anos!
Pai: Em casa da avó era sempre eu que fazia essas coisas!
Eu: Fazias o quê? Era tu que mudavas sempre as lâmpadas?
Mano: Ya! Vais a ver e era porque eras o mais alto!!

Somos uma família tão feliz e tão bem comportada à mesa!
Normalmente quando me acordam a meio da manhã aos gritos e me entram pelo quarto dentro com apitos, não costuma ser um grande dia, nem para mim nem para o infeliz que teve a ideia de me acordar, mas não me posso queixar do meu dia! Está a ser aquilo que eu chamo um dia produtivo. Vesti a minha roupa produtiva que consiste nas calças mais largas e rotas que tenho e na minha tão adorada camisa branca, coloquei os meus óculos de sol e fui para o café, e para o paleio para a papelaria [tirar fotocópias para o trabalho que devia ter feito durante um mês e que vou tentar fazê-lo num fim-de-semana], e para o paleio para a loja de uma amiga da família, e mais paleio a caminho de casa. Como a tarde foi tão produtiva e como o trabalho já tem duas palavras, [o meu nome], logo ainda tenho de ir gritar um bocadinho para a fisioterapia e para o aniversário da minha tia! Já tinha saudades destes dias!!




Porque ando a cantar isto!!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Uma pessoa sabe que está para morrer quando tem cerca de 80 horas para fazer um trabalho importante para a faculdade. Um trabalho que só pode ter 12 páginas e que para o fazer tenho de ler NO MÍNIMO um livro com 320.

domingo, 8 de maio de 2011

Coisas Que Nunca Mudam.

Por mais que eu queira aprender a dizer que não, vai haver uma pessoa a quem eu nunca vou conseguir dizer. Essa pessoa é o J.
Hoje por exemplo, todo o tempo que estivemos juntos, foi passado a implicar comigo. A fazer piadinhas e a implicar comigo. Mas era um implicar diferente [mas normal entre nós]. Implicava comigo ao estilo ‘private jokes’, porque quem estava connosco não percebia. Ou fazia que não percebia. Ele ia buscar todas aquelas coisas que só eu e ele percebíamos ou que só aqueles que nos eram muito próximos percebiam. Até eu soltar um ‘Há coisas que nunca mudam’ e uma das minhas ‘pequenas’ perceber que se passava qualquer coisa. Ela não disse nada, mas o olhar e o sorriso dela disseram tudo. Acho que esta semana vou ter de lhe contar uma história.
Depois, e a melhor parte foi eu ter de o ir levar a casa de carro. Segundo o Google maps, a distancia de onde estávamos até casa dele são exactamente 280 metros, mas melhor ainda, foi o facto de eu, ao tirar o carro do parque de estacionamento ficar quase encostada ao que estava atrás, de ele com medo que eu tocasse no carro atrás a fazer o ponto de embraiagem puxou o travão de mão, depois, como o meu carro não tem direcção assistida e como eu tenho a mão direita aleijada, estavam 4 mãos a virar a direcção antes de eu começar a andar. As minhas e as dele. Garanto que foram mãos a mais tanto no travão de mão como no volante, mas como eu disse, há coisas que nunca mudam.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Nada melhor para descrever, as figurinhas tristes que eu faço quando ando de bem com a vida, acordo bem-disposta e a música cá em casa está por minha conta! Só não tenho é um cão. De resto parecem mesmo coisas minhas!!