sexta-feira, 24 de julho de 2009

É oficial:


O meu pai tem uma amante. Só pode. Ontem antes de irem para Guimarães ao concerto da Anastacia [Eu fiquei em casa, até porque só soube que iam, quando me apareceram com os bilhetes á frente], a minha mãe saiu, o telemóvel do meu pai toca. Apenas um toque. E estava no andar de cima, desci as escadas sem fazer barulho, e apanhei uma conversa estranha, com uma despedida ainda mais estranha. Sei que não era a minha mãe, até porque não é a primeira vez que ele recebe toques de um número que em vez de estar gravado com nome está com outro número, por exemplo – 325 - Nada me espanta no meu pai. Deve ser só mais uma. Hoje outra vez o mesmo, mas apareceu em casa para almoçar á 1:25 e saiu de casa á 1:40. Como eu li uma vez: “Porque é que os homens que casam com mulheres espectaculares passam a vida a ter amantes e os que casam com chatas são fieis?”, mas pronto se tiver mesmo, tenho pena da amante e da minha mãe, principalmente da minha mãe que tem paciência para o aturar. Mas acho que descobri o porquê. Fui com ela comprar roupa interior para o meu pai, e fiquei espantada com o número. Até soltei um “Ahh. Então é por isso!” mas ela não percebeu. Ou fez que não percebeu!
MAS DE QUALQUER MANEIRA OS MEUS PAIS NÂO TÊM RELAÇÔES SEXUAIS. BBLAARGGGHH. NÃO CONSIGO SEQUER IMAGINAR, E AINDA BEM. EU VIM COM A CEGONHA!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Preparação para as férias:

Valium e Whisky.
Muito Whisky e muito Valium.



Vou de ferias dia 25. Não estou nada preocupada. Sábado tenho um dia MUITO ocupado por causa do meu irmão e só vou embora a meio da noite, ainda nem me preocupei com o número de malas que levo, a roupa que levo e etc.
Pois bem. Certa e determinada pessoa que se dá pelo nome de S. á duas noites que não dorme a pensar nas férias. Já fez as malas, e leva 5, e farta-se de me chatear a cabeça com interrogatórios do tipo:

Há cabides?
Como é o fogão?
Tem isqueiro eléctrico?
É preciso levar fósforos?
E o Gás? Como é? Temos de comprar?
Levas o computador?
E a guitarra?
Vais levar quantas malas?
Vamos a que horas?
Como é da comida? Compra-mos lá ou não?


HELP ME
Eu juro que entro no mar, começo a nadar e só paro em Marrocos!
Bolas que paciência!
Tem sido um dia interessante. Conheci a minha prima do Brasil, e, curiosamente não tem prenuncia brasileira, apenas deixa escapar algumas palavras e expressões brasileiras, e fiquei com isto a saber que tenho família espalhada pelo mundo. Brasil, França, Alemanha, Itália, Austrália, e conhecidos em Londres e nos USA!
Mas o mais engraçado aconteceu mesmo a meio da noite quando eu reclamo que me interrompem na parte mais entusiasmante de uma das séries que estou a ver, em que uma das personagens descobre que tem de ser operada. É claro que o menino J. perguntou qual era a série. Eu respondi, e o caramelo pôs em causa a minha heterossexualidade, por eu estar a ver uma série sobre um grupo de mulheres onde grande parte é homossexual. São estes os homens que temos?
É preciso ser-se escritor para ler um livro?
É preciso ser actor para ver um filme?
É preciso ser-se homossexual para ver L Word?
Respondam-me. Eu Juro que não entendo!
Bolas. E mais, digam o que disseram, a série está muito bem conseguida, torna-se bastante interessante porque demonstra um mundo, que para mim é completamente desconhecido.
Mas agora vai levar comigo. Até porque vamos de férias os dois para o Algarve e quero ver o comportamento dele. Se ele se aproximar um centímetro que seja, vai ter de me ouvir. Juro que vai!!
Retrógrada!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

WTF?!

Nuvens?
Chuva?
Frio?
Vento?

Não estamos no final de Julho?
Rais parta o aquecimento global!!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Phoebe in Wonderland







O filme que marcou o fim-de-semana.
Curiosamente está todo no youtube, embora que dividido por partes.
Aconselho mesmo a ver.

domingo, 19 de julho de 2009

A noite de ontem foi tão longa que ando com dores de cabeça.

Mas foi bom.

Perdi no snooker.
Ganhei as fichas todas no poker.
Bebi shots, cerveja e bagaço de penalti.

Aturei o namorado da S. a roubar-me as fichas de poker e a fazer-se a mim e ás minhas mamas mesmo á frente dela. Aturei o J. com ciúmes e não de disse NADA quando se foi embora chateado.
Queres guerra? Estou na linha da frente!

sábado, 18 de julho de 2009

Tenho Dito.

Estou a começar a ganhar juízo. Juro que estou. E até explico porquê.
Pois bem, para começar estou a melhorar a matemática, não preciso de contar até 3417 para me calmar, estou nuns simples 5672. Mas o facto de eu estar a ganhar juízo é porque vou começar a seguir com a minha vidinha e deixar para trás quem não merece. E assim estou feliz. [por enquanto. Sei que não vai durar muito]. Mas a questão é que se aquele anormal, tem as amigas em Lisboa, e quando vem ao fim-de-semana não tem tempo para mim/nós [os dois e os amigos], Lamento informar mas ou as coisas mudam ou THE END. Tenho dito. E para a semana, quando estiver com ele e com a S. e o namorado a curtir o sol da Manta Rota, não vou querer saber dele. Deve haver rapazes bem mais giros por lá.

E para festejar esta minha maravilhosa decisão, vou começar pela festa dos shots. Ah. Pois. Vou.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Hoje fui ao teatro. Adorei a peça, mas estava á espera de mais. Saia Curta e Consequências. Se tivesse oportunidade queria ver outra vez, e tudo porque me apaixonei pelo monólogo do Luís Gaspar. Há pequenas frases, gestos, reacções que demonstram a verdadeira essência do teatro. O teatro que deixou saudades. Saudades do grupo, dos exercícios, dos nervos antes de entrar em palco. Lembro-me da primeira vez que fui ao teatro devia ter 8 ou 9 anos. O feiticeiro de Oz. Logo para começar bem. Fiquei completamente encantada. E os nervos continuam, embora agora da plateia!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Reviver velhos tempos.
Estar a ver aquelas duas Amélias no programa da sic, a levar com paredes, fez-me ter tantas saudades daqueles tempos!

Perfeição

Para mim, a perfeição é uma imperfeição. Qualquer coisa que seja perfeita ou esteja no limiar da perfeição, é, por si só, imperfeita. A perfeição é um defeito.
E porquê falar da perfeição?
Pois bem, em plena conversa émésiénica com o J., a conversa tomou de tal modo um rumo, que o rapaz acabou por dizer que eu não tenho defeitos. Logo, segundo o meu ponto de vista, uma pessoa/coisa sem defeitos, é perfeita. E perfeita é coisa que eu não sou. Mas o rapaz, insistia a pés juntos, ainda que não desse para ver, que eu não tinha defeitos, que abundava em qualidades. Eu, para tentar provar a minha imperfeição, coisa de que me orgulho, pedi-lhe que me enumerasse algumas qualidades, já que defeitos, do ponto de vista dele, eu não tenho. Ora, da infindável lista de qualidades que ele fez o favor de destacar, gostei particularmente do facto de ele me achar uma pessoa com princípios. Gostei.
Gostava também, de tentar perceber o porquê da conversa de engate precisamente 10 dias antes de irmos de férias.
Mas eu já sei o que fazer;
a) Embebedar o rapaz durante as féria para que ele me diga a verdade e toda a verdade.
b) Tortura-lo até ele dizer toda a verdade.
c) Marcar-lhe uma consulta com urgência no oftalmologista, porque o facto de ele me conhecer ao tempo que conhece, e jurar a pés juntos que defeitos é coisa que eu não tenho, assusta. Assusta muito.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Em dias que acordo com imensa pica, apetece-me ouvir isto. Bem alto!







domingo, 12 de julho de 2009

[Ler letras grandes, gordas e laranja do post anterior]


Almoços de família. Adoro. Principalmente quando são feitos no jardim da minha prima, com a adorável cadela [boxer] solta, que me olha com olhos de poucos amigos e emite rugidos que me deixam imóvel na cadeira e como medo que um poro que seja se dilate. Mas isso são outras conversas. Não que o almoço tenha sido mau, porque não foi. Tinha o Sr. Empresário da noite, ao meu lado que fez o favor de me manter o copo cheio, assim como o prato. Fiquei a saber que a Elsa A.K.A Amy Winehouse da TVI perdeu uma aposta e lá terá de pagar um almoço, e fui também convidada para ir passar uns dias á Aguieira com os amigos.
Agora, apetece-me dormir.
Fico também feliz por a cada dia que passa conseguir controlar-me. Isto tem a ver com o J. mas eu não vou entrar em pormenores. Prefiro antes contar até 3417 bem devagarinho para continuar calma.
Mas pior pior, só o facto de ontem ter bebido a pior caipirinha da minha vida, e meia hora depois de entrar em casa, sai o meu irmão e a minha vizinha faz-lhe os shots a metade do preço! METADE. E eu? Bebes caipirinha com cachaça ranhosa e vais a pé para casa C*****O!

sábado, 11 de julho de 2009

Continuo a dizer que o blog ainda não está pronto. Sei que vai demorar porque não percebo nada disto e cada coisinha nova é uma grande vitória, mas mais uma vez, tinha mesmo de escrever sobre isto.


O dia está difícil e eu continuo a questionar-me acerca da verdadeira utilidade dos homens em geral, e dos que tenho cá em casa em particular, e 3 horas depois do último post, lá vai ter de cair mais um.
Porque não há um extermínio geral de todos os homens machistas á face do planeta?
É certo que depois, o número de mulheres era MONSTRUOSAMENTE SUPERIOR, e os verdadeiros cavalheiros depressa acabariam por desaparecer do mercado, ou pior, passariam a ser homossexuais, [Não tenho nada contra, mas, a verdade, é que os homens giros, ou têm namorada ou são homossexuais], assim aconteceria com grande parte das mulheres. Mas isso não interessa.
A verdadeira razão pela qual comecei a escrever isto, e devo avisar que com tanta força que tenho medo que as frágeis teclas do portátil comecem a saltar, é simplesmente porque estou farta dos fins-de-semana sem a minha mãe. Mulher fora, machismo ao poder. O Anormal do meu irmão mais novo, desapareceu de casa às 3 da tarde. Quem arruma a casa sozinha quem é? EU. Que tem que estudar para um exame na segunda-feira quem é? EU. Quatro horas depois de desaparecer, o puto volta para casa. E o que é que ele faz? Senta-se no sofá. A fazer o quê? Ver televisão. Se eu digo alguma coisa ainda responde mal. Falo com o meu pai, manda-me a mim. ISTO ESTÁ DIFICIL.

E porque é que os homens não sabem fazer as coisas por iniciativa própria?

- O chão da cozinha está sujo mas não sabia que era para lavar!
- O pai mandou-me tirar os tapetes do estendal, mas não sabia que eram para por no sítio!
- Entornei iogurte no chão mas não sabia que era para limpar!
- A água dos peixes está suja, mas não sabia que era para mudar!
- Bateram á porta mas não sabia se era para ir!
- Deixei a porta aberta, mas não sabia que era para fechar!


São só estes homens que são uns inúteis ou isto é geral!
Bolas. Estou farta disto!!!

Eu sei que o blog ainda não está pronto. Sei que vai demorar porque não percebo nada disto e cada coisinha nova é uma grande vitória, mas tinha mesmo de escrever sobre isto.


Às vezes, questiono-me acerca da verdadeira utilidade dos homens.
Porque é que os homens passam grande parte do dia por exemplo a limpar o carro? Não entendo. Muito menos no caso do meu pai, que só precisa de chegar ao trabalho e pedir a um empregado qualquer para o fazer que eles fazem, mas não, hoje, teve de me acordar as 10:00 com barulho por causa do carro, ao 12:30 quando me levantei ainda estava a lavar a viatura, almoçou e às 15:00 ainda não tinha o serviço terminado. Eficiência e rapidez acima de tudo. Como não ficou cansado com o árduo trabalho que é lavar e limpar o carro, decidiu lavar o telhado do alpendre. E espantem-se, com a máquina de pressão. Agora, um homem que só percebe de números, contas absurdas e mais não sei o quê, porque na realidade o que ele faz não me interessa muito, a trabalhar com uma máquina daquelas. Merecia uma fotografia. Vi o meu pai como nunca tinha visto. De calções, t-shirt, descalço e em cima do telhado. E como é óbvio não ia perder uma oportunidade destas para gozar. Sentei-me confortavelmente numa cadeira do terraço, pés em cima da mesa, mesmo de frente para ele, embora que num nível inferior, e quando ele calava a máquina começava eu a falar.

Eu: Pai, as telhas molhadas esbarram não é?
Ele: Sim.
Eu: Então como vais sair daí?
Ele: Vens cá buscar-me!
Eu: Claro. Chamas os bombeiros. Se salvam gatinhos das árvores, podem salvar os macacos do telhado! [O que eu queria mesmo dizer, era os ursos do telhado!]

Ele volta a ligar a máquina.
E a desligar...

Eu: Pai, se caíres daí, no mínimo partes uma perna certo?
Ele: Não sei.
Eu: Não te preocupes. A queda não dói. O pior é a paragem súbita no fim!

E volta a ligar a máquina a pensar se me dá um banho ou não.
E volta a desligar…

Eu: Oh pai, tu realmente não tens jeitinho nenhum para isso. Tens noção que só estás a gastar água. Isso está na mesma!
Ele: TU SAI IMEDIATAMENTE DAQUI ANTES QUE EU TE DÊ UM BANHO.
Eu: Agradecia. È que tenho de ir tomar um e assim até me poupavas trabalho!

Eu sei que sou chata, mas eu não consigo viver sem o provocar. É mais forte que eu. Não resisto.

Um outro exemplo em que eu acho que o meu pai é extremamente útil, é nas viagens de automóvel. Não sei. Tem um sentido de orientação que é fora do normal.
Eu: Pai porque é que não compras um GPS. Facilitava.
Ele: Isso é coisa para meninas.
Eu: Por isso…

Depois de vinte minutos às voltas:
Eu: Boa pai. Estamos no caminho certo. Lembro-me de passar por aqui!
Ah. Desculpa. Foi á 10 minutos atrás!


Mas nós até temos uma boa relação. Ontem, por exemplo, chegou a casa, e chamou-me, coisa que NUNCA acontece. Eu desço até ao escritório dele e ele estava junto á secretária com a pasta. Abre a pasta, tira uma pasta pequena de cartão e pergunta se me portei bem. Fico sem reacção a olhar para ele. “Sim, pai. Portei-me lindamente. Fui às aulas todas e até já fiz os trabalhos de casa” [com voz de desenho animado]. Sinto-o a encher o peito de ar, abre uma das pastas do banco e passa-me um cartão novo para a mão. A minha reacção foi: “Wow. É este que tem plafond ilimitado?”, olhou para mim com cara de arrependimento, como se tivesse cometido a maior asneira da vida dele, [todos sabemos que sim, cometeu mesmo]. E pronto depois até agradeci e até teve direito a um beijo.

Mas melhor melhor só o meu relacionamento com a irmã dele. A minha tia mais nova. Ela tem cerca de 27 ou 28 anos e tem uma vidinha dos diabos. É só noitadas. E ontem implicou com o meu nick no MSN, tinha qualquer coisa a ver com isqueiros ou falta deles.

Ela: Se quiseres Eu empresto-te um!
Eu: Humm. Não é preciso

Passado uma hora. Deviam ser 11 e tal.

Ela: Bem, vou beber uns copos, queres vir?
Eu: Até sermos apanhadas a conduzir com 1.43 de álcool no sangue e ficarmos sem carta ou com 2. Qualquer coisa e irmos responder a tribunal no dia seguinte?
Ela: Ha ha ha. Nem uma coisa nem outra!
Eu: Mas Não. Não posso. Obrigada na mesma! Assim não tem piada! :P
Ela: Olha lá. O médico não te proibiu de beber?
Eu: Sim. -.-‘
Ela: E de fumar? [ela é a única pessoa da família que sabe que eu fumo]
Eu: Também!
Ela: Pois, também a mim. Porque ia tendo um AVC.
Eu: Pois eu sei. Então não te cuides.
Ela: Realmente tenho abusado um pouco. Principalmente no tabaco.
Eu: Não sabia que fumavas!
Ela: E não sabes. Eu não disse nada!
Eu: Tu? Disseste alguma coisa?

Aviso:

Assim como muitas montras por estas cidades fora, também este blog está em execução. Decidi mudar-lhe a cara. E vai demorar!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

É interessante o tema de conversa que duas pessoas podem ter.
Isto assim parece demasiado vago, é certo, mas quando as duas pessoas são eu e o J. as coisas complicam ligeiramente.
Nós somos estranhos. Somos uma espécie de pseudo-namorados sem saber ao certo o que isso implica. Ou sabemos mas nem isso queremos admitir. Somos mesmo estranhos.
Mas esta noite, e para começar as minhas noites de verão, sentada no terraço a ver as estrelas, com Jazz como música de fundo, um cigarro de vez em quando [eu sei que o tabaco mata, mas estou a deixar de fumar e a conseguir. Dois por dia está a ser a minha média!], e com o computador á frente, estivemos uma longa conversa. Falámos sobre o facto de no fim das nossas férias, antes de regressar a casa, passarmos duas noites ao relento numa qualquer praia do Algarve, falámos sobre o casal que vai connosco de férias, sobre a distância, namoros á distância, saudades e sobro o amor. Repito, estivemos a falar sobre o amor. Falamos muito mas dissemos pouco. Somos pessoas de poucas palavras. È uma das coisas que gosto em nós. Mas volto a repetir, somos estranhos. Não conseguimos passar um dia que seja sem falar um com o outro. Todos os fins-de-semana, quando ele vem, tentamos passar algum tempo com os nossos amigos, mas acabamos por ir sempre leva-los a casa e passar algum tempo sozinhos. Adoramos falar e a companhia um com o outro. Sentimos a falta um do outro. Se um de nós não está com o resto do pessoal, arranja-mos sempre maneira de pegar no assunto [eu nunca tinha reparado, alguém fez o comentário e obrigou-me a pensar.]. Fazemos as vontades um ao outro. Contamos um ao outro coisas demasiado importantes. Sempre que é possível arranjamos tempo para passarmos juntos, e ele é aquele que alinhas nos meus planos e ideias com tanto ou mais entusiasmo que eu. Mesmo quando toda a gente acha um verdadeiro absurdo. Basicamente é isto.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Há dias começam a correr mal cedo, mas tão cedo, que nem dá tempo de nos levantarmos da cama.
O meu começou a correr mal às 07:03 da manhã com a seguinte sms do J:

“Se tu gostas mesmo de uma pessoa, tens saudades dela, não consegues tira-la da cabeça e essa pessoa te magoou, perdoa-a. Envia esta sms a 15 pessoas, e essa pessoa irá surpreender-te amanhã. Se tu quebrares terás o pior momento da tua vida, dentro de uma hora. Quem te devolver é porque gosta de ti.”


Até tive direito a um smile.
Não reenviei a sms, para mim, estas brincadeiras acabaram no quinto ano, e o meu pior momento, foi mesmo ter acordado às 7 da manhã por causa de uma sms aquelas. Que nervos. Aposto que foi a amiga brasileira que enviou.
Mas calma…
Os momentos maus, têm acorrido ao longo de todo o dia.
Um exemplo, pode ser a bela da calçada portuguesa. Na minha cidade, 99% dos passeios são de paralelos, e as minhas sandálias e paralelos não combinam NADA bem, é que eu parecia uma autêntica patinadora artística em cada passo que dava. Quanto ao 1% que resta, é um qualquer material que também escorrega imenso.
Um outro momento mau, foi a minha aula de código. Na mesma escola anda um rapazinho que andou comigo na primária, e nunca gostei dele. Passa a aula a mascar pastilha de boca aberta, fazer e rebentar balões, olhar para mim com olhos de lobo mau e ainda recebe e envia sms’s com som no telemóvel. Aquilo farta-se de apitar. No final da aula, desço as escadas do prédio, óculos de sol, mãos nos bolsos e phone no ouvido e estava o menino, com o cigarro na mão encostado a um poste. Olha para mim de cima a baixo com ar de macho e diz: - Atão? - Eu olho para ele, sem parar de andar e só respondo: - Adeus. Até á próxima! - O gajo, para se armar ainda mais em macho, manda uma valente passa no cigarro e diz sem que eu consiga perceber á primeira: - Ó té manhã! - Páro, escuto aquelas maravilhosas palavras que me deixaram a desejar as aulas de código todas do dia de amanhã, e respondo, sem querer estar a gozar com o rapaz: - Ya Men! Táss Bemm! Ó té manhã! viro costas e continuo feliz da vida a deslizar pela calçada a baixo.
E este foi o meu dia.


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Desculpa?!


Eu sabia que a merda da distância ia trazer problemas. Eu sabia. Mas o hi5 é que estraga tudo. Porque é que tem de dar para ver o que é que ele faz?! Quem não vê não sente. Que nervos. Primeiro descai-se ao dizer que almoça num restaurante com uma brasileira simpática, agora adiciona-a a ela e a mais três e andam a trocar comentários do tipo “amanhã no mesmo café”. Para piorar, só mesmo o facto de ele estar a viver num hotel. Isto está bonito! Confiança? Com isto?! Volta a pedir-me para ir contigo á praia que ainda apareces a boiar em pleno atlântico!
AAHHH
QUE NERVOS!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

É com os erros que se aprende.
Desta vez vou rir-me dos erros. Não dos meus, mas dos de dois amigos.
Desta vez posso dizer que fizemos [eu e o J.] TUDO, para que ninguém erre, mas há gente imensamente teimosa e tão ignorante. Mas desta vez, nós dois fizemos tudo para que as coisas corram bem, tentamos ajudar, e eles negaram. Fizemos as malas e deixamos de querer ter o que quer que seja a ver com o assunto. Mas vou estar lá para me rir, ajudar no que for necessário e dizer: “Eu avisei!”.
E este momento vai chegar em breve. Muito em breve!

domingo, 5 de julho de 2009

Hoje, era uma daquelas noites em que tinha, definitivamente, pensado em ir dormir relativamente cedo. Eram exactamente 10.45, estava no quarto e pronta para pegar no pijaminha para ir tomar banho, e olho para o telemóvel e tenho uma sms do J. “Que me dizes da reunião ser hoje?”, às 11 horas já estava a sair de casa, e claro, em direcção á minha esplanada favorita. Pelo caminho apanhamos os outros dois, tivemos uma “séria” conversa sobre as férias, cruzamo-nos com a minha ex-directora de turma, e tivemos uma conversa deveras interessante, isto por volta das 00.00. Fomos entregar os outros dois a casa e rumamos em direcção é praia. Fiquei ainda com mais medo por saber que ele almoça todos os dias num restaurante com “uma brasileira simpática”. Tivemos tempo para por tudo em dia, e a praia estava perfeita. O luar no mar, o mar super calmo, as estrelas no céu. Estava tudo perfeito.
Mas tudo o que é bom acaba depressa, e amanhã, lá regressa ele á vidinha dele!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

xD

Já fiz os testes Psicotécnicos, e já tenho os resultados.
Sinto-me como se de um momento para o outro me tirassem um enorme peso de cima, como se me tivessem aberto uma outra porta. Agora, consigo ver a luz ao fundo do túnel. Se estou feliz, claro. Muito. Até porque o relatório elevou-me o Ego!

“…Durante a entrevista, a Just Mee estabeleceu uma relação muito positiva com a interlocutora, expressando-se com grande naturalidade e fluência verbal. Apesar de ter evidenciado alguma resistência no inicio do relacionamento, ao longo de todo o processo dialogou de forma aberta e calorosa mostrando ser de fácil convívio social. Conseguiu transmitir as ideias com muita clareza, revelando uma boa capacidade para emitir juízos…”

“…Valoriza muito a expressão individual e a realização pessoal, relegando para segundo plano os valores materiais e sociais….”

“…No campo dos interesses inventariados, destaca-se a predilecção por trabalhos de natureza persuasiva e serviço social, isto é, preferência por trabalhos que impliquem relações inter-pessoais…”

“…No domínio do funcionamento intelectual, a Just Mee, revelou bastante eficácia. No que respeita às aptidões intelectuais específicas, obteve resultados de nível médio em raciocínio abstracto e de nível superior em raciocínio mecânico e verbal, mostrando facilidade em lidar inteligentemente com novas situações, assim como na resolução de problemas de forma geral…”

“…Os resultados do exame de orientação, em particular, os índices intelectuais de natureza global, permitem prever o prosseguimento de estudos com êxito…”

“… Seguindo o resultado do exame, a Just Mee, apesar de ter muitas capacidades, parece ter maior apetência pela área de letras… Segundo o inventário, o lado social, e persuasivo destacou-se em todas as outras áreas…”

WTF?!

Os jantares em casa da minha avó têm sempre uma história para contar.
Hoje, em plena refeição, a minha avó diz que está gorda, [não está, ela é esquelética, era só para ver a nossa reacção], mas ás tantas, vira-se e diz:

- “Ah, o marido da Lurdes, comprou-lhe um vibrador para ela perder a barriga”.


5 Segundos de um silêncio extremamente perturbador, olhares perplexos uns para os outros, até que a minha mãe se vira para o meu irmão e pergunta:

- “Então? Eleições do Benfica, já foste votar?”






Vibrador - Um qualquer aparelhometro que se compra algures pela televisão, que se coloca á volta da barriga, pernas ou etc, e emite as tais vibrações. [neste caso!]
A distância está a dar comigo em louca. Já não sei o que fazer, sentir ou pensar. Desde que ele se mudou para os lados da capital, que eu não o vejo, [3 semanas]. E tenho sérias desconfianças em relação ao que se possa passar, principalmente quando um gajo de 20 anos está a viver num hotel.
Durante o dia, manda-me mensagens, eu respondo e passado uma hora, ou mais é que ele volta a responder. Á noite, estamos a falar ou a trocar sms e de repente, a meio da conversa, recebo qualquer coisa como “Adeus. Até manhã. Dorme bem! Beijo.”, eu vou a responder e o telemóvel já está desligado.
AAHHHH
Que nervos!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Apaixonante dos 0:00 aos 3:37




"And I wonder
You came into my life like a thunder
But then you turned me down
And I wonder
You came into my life like a thunder"