quarta-feira, 31 de março de 2010

Vou confessar uma coisa.



Sei que provavelmente se vão rir, mas vou ter de dizer. EU NÃO ESTOU A GOSTAR DO AVANÇO DA TECNOLOGIA. Tenho dito.
Não gosto de estar sentada no sofá, á espera que o filme chegue ao intervalo para poder ir ao wc, enquanto tenho o comando mesmo ao lado e me esqueço que posso colocar na pausa e fazer o que tenho a fazer. Esqueço-me. Sinto-me velha por me esquecer destas coisas modernas.
Serei a única?!

terça-feira, 30 de março de 2010

Apetecia-me passar uma tarde na esplanada, fazer uma visita ao castelo e poder, lá de cima, complemplar esta maravilhosa cidade.
Mas, e companhia?!
Está tudo nas aulas de código ou a trabalhar!
Que nervos!

Nowhere [fast]



Ninguém consegue imaginar o quanto me apetece apanhar um comboio e ir para um lado qualquer durante o tempo necessário para perceber onde é o meu lugar, apesar de, para onde eu quero que vá, irei ter sempre a sensação de que não estou a ir a lado nenhum!

domingo, 28 de março de 2010

I Never Told You

Estava a ouvir um CD novo, fiquei completamente petrificada quando ouvi esta música. Fiquei de tal maneira perdida do mundo que me perguntaram o que se passava. Senti que podia ter sido eu a pegar na guitarra e a compor esta música!


Almoço de Familia

Um almoço de família. Um daqueles com os meus tios todos, caviar, vinho tinto e como não podia deixar de ser, tudo com mais de 18 anos, estava alcoolicamente bem-disposto!
Começou bem, pelo menos para mim. O meu pai perdeu-se. Não sabia como ir para casa do meu tio, [Digamos que o meu tio não mora em Portugal, por isso, quando vêm cá, fica em casa dos sogros, que por sinal também não estão.], Estivemos meia hora perdidos e meia hora á espera que o meu pai admitisse que estava perdido e que precisava de ligar para alguém. Ele ficou como EGO ferido, e eu Feliz.
Para resumir bem isto, estava quase toda a gente bêbeda, e o meu pai, o meu tio e duas tias minhas [uma delas com filhos], acabaram por admitir que já experimentaram droga. Não tem nada de mal, apenas não esperava. Acabei também por conhecer o namorado da minha tia, Dj, que segundo o meu primo, parece um actor qualquer, e que na minha opinião e do meu irmão, o gajo parece um drogadito qualquer. Mas gostei!

Whatever Works


Sou mesmo uma espécie feminina de Boris Yelnikoff!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Ferias estragadas.


Ora nem mais. Culpa de quem? Do meu pai. Quem mais poderia ser.
Ao tempo que não havia uma discussão destas. No fundo eu tinha saudades.
Será que ele ainda não deu conta que sempre que discutimos, nenhum de nós assume que está errado, discutimos precisamente por não termos nada a ver um com o outro. Somos tão diferentes. Já me lembrei de perguntar á minha mãe se ele é mesmo meu pai. Ás vezes desejava que não fosse. É horrível de se dizer, mas é verdade.
Vou tentar explicar o porquê da discussão. Ontem foi o aniversário da minha colega de casa, fomos sair e eu dormi pouco, o meu aspecto é de quem andou a dar no pólen a tarde toda. Mal consigo abrir os olhos e ando a arrastar-me por onde quer que vá, foi também ontem, ou antes de ontem, a inauguração de um novo centro comercial, na realidade, aquilo já existia, apenas com um hipermercado e com mais meia dúzia de lojas, mas fizeram daquilo um centro de comercial enorme. Eu tenho quase 20 anos, e odeio andar a passear pelos centros comerciais sem necessidade de comprar o que quer que seja. Se é para me levar para um centro comercial só para ir ver as montras, prefiro atirar-me de uma ponte. Pois bem, chego do expresso, entro dentro do carro a desejar poder chegar a casa e sentar-me no sofá, quando me dizem que vamos ao centro comercial trocar a minha camisola. [comprei uma camisola e depois de experimentar, troquei-as e levei para casa o numero mais pequeno, e como a loja abriu pela primeira vez na cidade onde moro, foi juntar-se o útil ao desagradável]. Reclamei, mas fui. Trocámos a camisola e o meu pai decide que quer andar por lá a passear. Fiquei nervosa, exprimi os meus nervos, fiz cara de tédio e depois de alguma resistência viemos embora [resumindo: Birra.]. Entrei dentro do carro, e começou a discussão [a sorte é que nem demorei 10 minutos para chegar a casa].
Disse que eu devia tomar os meus calmantes, eu disse que tenho que começar a tomar mais calmantes mas é naturais. Ele disse que se calhar sim, mas depois lembrou-se que não estávamos a falar do mesmo.
Disse-me que tenho de mudar o meu feitio, eu disse que tenho quase 20 anos, se calhar deviam-me conhecer ou querer conhecer um pouco melhor, eu passo a semana toda fora, quero chegar e ir para casa. Não interessa se tenho sono ou não, quero ir para casa, e não andar a ver montras que é só a coisa que mais odeio.
Entretanto coloquei os phones nos ouvidos e deixei de o ouvir apesar de ele ter continuado a falar, sei que depois ameaçou atirar o Ipod pela janela e eu quase o mandei á m*rda porque fui eu que o paguei com o meu dinheiro. Toquei no assunto tabu.
Chegámos a casa e não me ajudou a levar as malas. Tinha 3. Entrei em casa, coloquei a roupa para lavar e ele volta não sei porque razão a chatear-me. Eu disse que eu devia era arranjar trabalho na cidade onde estudo para não lhe pedir dinheiro. Ele diz que também acha e eu respondo que era da maneira que assim não tinha de vir para casa atura-lo e que já me tinha estragado as ferias.
Voltou a ralhar por causa da minha maneira de ser e do meu feitio, mas c*ralho, eu chego a casa cansada, tive uma semana cansativa e a noite passada não foi melhor, uma viagem horrível e chego ainda tenho de ir para o centro comercial passear porque apetece ao menino. Mas melhor mesmo foi a maneira como a discussão acabou. Ele continuava a gritar, cheguei ao pé dele e disse: [Depois de tomar o meu calmante inteiro, coisa que o meu médico não quer que faça] Quando começares a ver o quadro todo, falamos.
Estúpido.
Admirava-me se ele entendesse. Calou-se e sentou o cú no sofá. Fiquei com a m*rda das férias estragadas. A minha única vontade, juro que é voltar para a cidade onde estudo. Que nervos!

Se o coração para de vez de bater, fixe, falta não devo fazer e ao menos é da maneira que tenho umas férias na paz.



[Peço desculpa se está confuso, mas foi escrito em pouco tempo!]

quinta-feira, 25 de março de 2010

Pois Tenho!


Há uma doutora que eu admiro bastante, uma das minhas doutoras favoritas e com quem me dou relativamente bem. Gosto dela. Gostava que ela fosse minha madrinha. Já falei nela, tenho a certeza. Na primeira semana já andava com ela de carro, depois disso já saí com ela e com um uns amigos dela á noite, já tive conversas interessantes com ela [conversas aparvalhadas. Somos as duas muito parecidas nesse aspecto.], já a encontrei em casa da minha madrinha, e etc.
Depois da praxe de hoje [e ainda bem que para o ano os caloiros vão ter o prazer de ser praxados por ela], depois de ela assinar os passaportes, depois de passar por nós e assinar as nossas mãos só porque sim, depois de passar ao pé de mim, cruzas os dedos [ou figas como quiserem], e dizer-me “Esta caloira para o ano não pode praxar de certeza”. Se for mesmo a sério, espero para o ano, poder estar ao lado dela a praxar! Sorte a dos caloiros de a ter como praxista! E depois ainda se vira para mim antes de sair e diz “Opá esta caloira tem um ar misterioso!” Disse isto com aquele olhar doce e com aquele sorriso que a caracteriza tão bem. Fiquei com uma pontinha de curiosidade.

Semana Académica:

Acho que isto vai funcionar como um pequeno diário daquilo da preparação do desfile, do desfile, e da semana académica. Pelo menos, daquilo que me lembrar. Hoje por exemplo, começámos com praxe [como sempre], acabámos num bar a decidir como será o nosso carro, fomos ao jornal pedir jornais velhos, fomos comprar papel e começámos a fazer flores em casa de duas raparigas da turma. Errámos cerca de 15 pessoas numa sala, rodeadas de jornais, pacotes de batatas fritas, Coca-Cola, ticos [a.k.a Beatas] de cigarros, enfim, uma autêntica desarrumação, mas foi tão bom ver a turma unida, e Já sei que se houver problemas com a ex-namorada do outro, tenho as gajas da minha turma todas do meu lado. Ouvi comentar que ela está mesma doida, e eu só gritei para se calarem que eu e a Ana andamos a receber chamadas anónimas. Explicámos a situação e “Ah C*aralho! Se houver m*rda é só chamar. Somos vinte contra uma!” Senti-me mais segura.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Sabem o que é estranho?


Comprar o traje. Vestir o traje, e colocar a capa aos ombros!
Para quem compreende o significado de trajar, percebe.
Só quero poder sair á rua com o traje.
A contagem decrescente já começou!
Estou Feliz!

terça-feira, 23 de março de 2010

Só Para Dizer

Que ando completamente viciada no novo álbum da Amy MAcdonal e de First Aid Kid. Bons. Muito Bons. Principalmente o Ultimo.

.

É um pouco desagradável, chegar a casa quase às duas da manhã, depois de um tribunal de praxe, que por sinal não correu muito bem, e ligar-me a minha mãe com voz de quem estava a dormir, para me perguntar se eu estava bem porque tinha acabado de receber um toque num número privado e pensou que tivesse acontecido alguma coisa. Sim, as chamadas anónimas continuam e a minha mãe sabe da história da outra.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Banco? Banco É Caixa!

Fui ao banco tratar de uns assuntos e neste momento só penso que me devia ter esquecido que qualquer coisa lá, só para voltar a ver o rapaz que me atendeu.
Gostei. Gostei muito.
45 minutos para fazer uma transferência e pedir um cartão!

domingo, 21 de março de 2010



Eu não sei quando é que irá acabar, mas sei que entretanto dou em louca. A serio. Por mais que eu lute, por mais que eu me esforce, ele está em todo o lado, e por mais que eu tente, não consigo esquecer. Consigo vê-lo em todo o lado.
Fui jogar setas, antigo ritual meu, da S., do M., e do J., quando entrei estava animada. Apetecia-me dançar ao som da música. Depois, começámos a jogar e só me conseguia lembrar de todas as vezes em que estive ali com ele. De todas. Eles repararam nisso, conhecem-me demasiado bem, é uma das coisas que não gosto neles. Fiquei quieta, olhava fixamente para as coisas, esquecia-me de jogar e lembrava-me dele. Quando estava a ir para casa, por aquela rua silenciosa que tantas vezes ele percorreu ao meu lado, lembrei-me das vezes que ele passou de carro, das nossas conversas, discussões parvas, lembrei-me dos beijos naquele sítio. Acendi um cigarro e continuei a andar. Passei pelo sítio onde tivemos uma das nossas últimas conversas. Imaginei-me ali encostada, o carro dele do outro lado da estrada e ele de camisa e gravata ao meu lado. A partir dali o cigarro começou a saber-me mal e lembrei-me das vezes em que ele me pediu para deixar de fumar. Continuei a andar, lembrei-me da noite depois da passagem de ano em que ele me ligou três ou quatro vezes até eu chegar a casa, abri o portão para entrar em casa, olhei para o lado e imaginei-o ali, á minha espera dentro do carro cinzento, como tantas vezes ele fez.
Às vezes penso que deveria fazer como a Margarida Rebelo Pinto, quando escreveu o livro, Diário da Tua Ausência. Penso que talvez isto passe se eu lhe escrever [já que não posso dizer], tudo o que me vai na alma. Às vezes penso que talvez essa será a única solução. Às vezes apetece-me recuar no tempo. As coisas seriam completamente diferentes!

sábado, 20 de março de 2010

Medo


A partir de domingo á noite, cada post que escrever, vou ter a sensação que é o ultimo. Não achem que estou a brincar, ou que estou a ficar maluca. A verdade é que tenho MEDO.



Tenho medo porque como já disse, a ex-namorada do outro, saiu do um hospital psiquiátrico e diz que mata toda a gente [não percebo como é que saiu, se pensa assim!], e agora, de um dia para o outro, eu e a Ana, a minha colega de casa, andamos a receber chamadas de um número anónimo. Atendemos e ninguém fala.
Juro que tenho medo!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Rally das Tascas.


A minha madrinha e uma outra doutora sempre a F*der-me a cabeça.
Um Orgasmo por 0,70 € e muitos Finos/Imperial.
Andar aos pares e dividir bebida. Eu e o outro rapaz dividimos um fino. Eu com herpes Labial e ele com herpes nasal. Acho que éramos os melhores.
Gritar até ficar sem voz. Saltar. Fazer granadas e ficar de quatro. Muito tempo de quatro. Muitas granadas também.
Resumindo, foi uma noite interessante.


"Por isso, vivo para o álcool, e a moca que ele me dá"




[cheguei a casa agora, fui ao terraço de t-shirt (Neste estado não tenho frio e já cheiro qualquer coisa!) e estava a chover e cheirou-me ao Algarve. Aquele cheirinho de quando saímos á rua depois de um dia de praia, de um banho e de jantar!]

quinta-feira, 18 de março de 2010

Como Seria a Vossa Reacção,

se soubessem que a ex-namorada do vosso colega de casa, aquela que vos odeia, esteve internada num hospital psiquiátrico, saiu esta semana e que diz que lhe apetece matar toda a gente?!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Haverá

Algo melhor que o sol de inverno, uma parede onde me possa encostar, um cigarro e ouvir o murmúrio agitado das pessoas do prédio enquanto almoçavam?




Na minha resposta é não.

domingo, 14 de março de 2010

Mini Férias da Páscoa!

Eu sei que por mais que uma pessoa sonhe, há coisas impossíveis. Isso acontece com o M.
Hoje fomos tomar café ao parque. A S. chegou sexta de Espanha, ele sexta do Porto, e eu também cheguei na sexta e não os via á muito tempo. Fomos beber um cafezinho. Não os percebo e nunca vou perceber. O M. adora-a. Venera-a. Ela está “nem aí”. Parece que já não gosta assim tanto dele, mas não o consegue deixar. É triste. Deixa-me triste. Quando estávamos a sair do parque o M. lembrou-se disto, e propôs que fossemos passar lá uns dias. O apartamento tem vista para o mar, a casa, segundo ele, é muito porreira, e por isso nas férias da pascoa podíamos ir lá passar uns dias. Eu estava a achar boa ideia até ele se lembrar:



M.: Oh “Estranha”, podias levar alguém.
Eu: Sim. Estava a pensar nisso.



[aproxima-se de mim e coloca-me a mão no ombro]

M: Podias levar alguém que eu conheço e que tu também conheces!
[Estúpido. Tinhas de falar nesse anormal. Se estás a pensar vou falar com ele para ele também ir, esquece. Convida-o tu. Eu prefiro ir sozinha do que falar com ele.]
Eu: Desculpa. Não estou mesmo a perceber!
M: Podias falar com o meu primo!
Eu: Claro! Como é que ele não foi a primeira pessoa de que me lembrei? Como? Tens uma explicação!




Apetece mesmo ir passar uns dias á Nazaré. Preciso de Paz, de por a cabeça em ordem, de pensar em mim, na minha vida, no que eu quero. Por outro lado, não sei se me apetece fazer isso tudo só com eles os dois! Não sei mesmo!

sábado, 13 de março de 2010

Euromilhões.

Se eu ganhasse o euromilhões, comprava uma casa de madeira, junto de uma barragem e longe de e tudo e de todos. A serio. Era mesmo o que fazia. Mas tinha de ser uma casa com lareira e um alpendre enorme com um balancé virado para a barragem. Assim, podia acordar todas as manhãs e dar uma volta de caiaque. Só ainda não me decidi entre a Aguieira ou Alqueva. Eu, uma casa de madeira, no meio do nada, escondida de tudo e de todos, acompanhada de um whiskyzinho, um cigarro, a guitarra, e o computador [Claro. Hoje em dia ninguém vive sem computador]. Iria também gastar muito dinheiro em livros e queria um cão. E fico já com um friozinho na barriga de me imaginar de inverno, enrolada numa mantinha, de gorro na cabeça, sentada no meu alpendre, a beber um chá quentinho enquanto aproveito o maravilhoso sol de inverno. [É claro que a casa teria de ser desenhada e decorada por mim!]



Tenho dito.
Para a semana começo a jogar!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Porquê?

Já passava das quatro da manhã. Não conseguia dormir, liguei o Ipod, coloquei as músicas em aleatório e a primeira música que apareceu fez-me lembrar o seguinte:

Eu: Olha, ouve esta música!








J:
Sim. É linda. Adorei!


[três dias depois]



J: Não consigo para de pensar na música que me mostraste.
Eu: Sim, é linda. Ouço muitas vezes antes de conseguir dormir.
J: A sério? Eu também tenho ouvido! Vou aprender a toca-la no piano e depois ensino-te!



Porquê esta música entre 1428 músicas? Porquê esta? A minha cabeça começou logo a recordar montes de momentos, conversas [etc], e já não consegui dormir!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Imaginem que:



Têm um colega de casa que faz da vossa casa um verdadeiro bordel. Traz meia dúzia de amigos para casa e ficam a jogar PES e a berrar que nem uns animais até MUITO tarde, tem louça de á quatro semanas para lavar [verdade], ou empresta as chaves de casa aos amigos e eles entrarem cá em casa assim do nada, resumindo, as coisas não funcionam mesmo NADA bem. A minha ideia era conseguir arranjar maneira de ele sair cá de casa. Uma coisa do tipo:


Como expulsar um homem de casa
em apenas 10 dias [úteis]




Aceito ideias. Isto é mesmo a serio.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Is This Real? Is This Pretend?

Tripping out
Spinning around
I'm underground
I fell down
yeah, I fell down

I'm freaking out
So, where am I now?
Upside down
And I can't stop it now
It can't stop me now
oooh Oooooh Oooohhh

I - I'll get by
I - I'll survive
When the world's crashing down
When I fall and hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I - I won't cry

I found myself
In Wonderland
Get back on
My feet again

Is this real?
Is this pretend?
I'll take a stand
Until the end

I - I'll get by
I - I'll survive
When the world's crushing down
When I fall and hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I - I won't cry

I - I'll get by
I - I'll survive
When the world's crushing down
When I fall and hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I - And I won't cry



Alice (Underground)
Avril Lavigne

terça-feira, 9 de março de 2010

Dia da mulher ontem. Dia de cama hoje.


O dia de ontem foi para esquecer. Literalmente. Odeio o dia das mulheres. Odeio porque as mulheres andam completamente selvagens e com as hormonas aos saltos.
Eu bebi vinho, fumei [fumei muito], andei MUITO a pé, [devo ter atravessado a cidade], fui para o politécnico, e acabamos 10 gajas na fila do McDrive, a fazer um comboio, só para comer um cheeseburger.
Hoje estou enfiada na cama com tanta roupa por cima que me sinto claustrofóbica, com uma dor de cabeça que não posso ouvir barulho nenhum e uma lixa 435 a arranhar a garganta.
Basicamente é isto!
Enfiada na cama com um casaco da neve vestido. Gosto. Gosto Muito!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Levem-me daqui!

Preciso de praia. Preciso de sentir a areia e a água fria nos pés. Preciso da paz da praia, preciso de ouvir o mar, sentir o vento na cara e os cabelos a voar. Preciso de respirar. Preciso da guitarra e de sentir os dedos deslizar pelas cordas desta enquanto se soltam pequenas notas. Apetece-me chegar a “casa”, apanhar o comboio e ir para a praia. Com sorte consigo falar com o Luís, ele arranja-me um caiaque e faço-me ao mar. Preciso de tanto disto como de o ar para respirar. Preciso de mudar. Tomar decisões. Preciso de virar as costas ao mundo já que ele decidiu virar-me as costas. Preciso de outra vida. Uma só minha!

Hoje,



O Mundo não me sorri.
Virou-me as costas. Completamente!

domingo, 7 de março de 2010

Saudade


Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.



Pablo Neruda

sábado, 6 de março de 2010

Preface


The artist is the creator of beautiful things. To reveal art and conceal the artist is art's aim. The critic is he who can translate into another manner or a new material his impression of beautiful things. The highest as the lowest form of criticism is a mode of autobiography. Those who find ugly meanings in beautiful things are corrupt without being charming. This is a fault. Those who find beautiful meanings in beautiful things are the cultivated. For these there is hope. They are the elect to whom beautiful things mean only beauty.
There is no such thing as a moral or an immoral book. Books are well written, or badly written. That is all.
The nineteenth century dislike of realism is the rage of Caliban seeing his own face in a glass. The nineteenth century dislike of romanticism is the rage of Caliban not seeing his own face in a glass. The moral life of man forms part of the subject-matter of the artist, but the morality of art consists in the perfect use of an imperfect medium.
No artist desires to prove anything. Even things that are true can be proved. No artist has ethical sympathies. An ethical sympathy in an artist is an unpardonable mannerism of style.
No artist is ever morbid. The artist can express everything.
Thought and language are to the artist instruments of an art.
Vice and virtue are to the artist materials for an art. From the point of view of form, the type of all the arts is the art of the musician. From the point of view of feeling, the actor's craft is the type.
All art is at once surface and symbol.
Those who go beneath the surface do so at their peril.
Those who read the symbol do so at their peril. It is the spectator, and not life, that art really mirrors.
Diversity of opinion about a work of art shows that the work is new, complex, and vital.
When critics disagree, the artist is in accord with himself.
We can forgive a man for making a useful thing as long as he does not admire it. The only excuse for making a useless thing is that one admires it intensely.
All art is quite useless.


Picture of Dorian Gray
by Oscar Wilde
(1854-1900)



Com um prefácio destes, dá mesmo vontade de devorar o livro.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Em Plena aula de Cultura:


Ana: Ai! Não me olhes assim que mexe comigo.

[passados 5 minutos]

Eu: Ana, amor… Tu não andas... Tu deslizas… [Brincadeira nossa]
Ana: Ai amor.. Agora é que foi… Tocaste no ponto!
Eu: Foi Amor?
Ana: Sim. Finalmente assumiste!
Eu [em forma de suspiro]: Já estava farta de estar dentro do armário!
Ana: Vamos assumir de vez?
Eu: Sim amor! Adoro-te!
Ana: Eu não. Amo-te!

[Silêncio e olho para ela]

Ana: Não me olhes assim que fico já toda molhadinha!
Eu: Ao menos espera para chegar a casa… aquele sofá…
Ana: Eu por ti, deixo de ser Bi. Passo a Homossexual!
Eu: Oh Mor, não digas isso…
Ana: Ai quando chegarmos a casa..


Isto em plena aula de cultura, com o prof a ouvir a as gajas á nossa frente e lado a olhar para nós feitas parvas.
Estávamos na brincadeira como é óbvio.





Isto é o que acontece quando não se dorme como deve ser, e quando a minha colega de casa, anda completamente frita daquela cabeça. É normal haver este tipo de conversas entre nós.

Alice in Wonderland [Novo]




Vão ver o filme porque vale a pena, mas não se esqueças que desta vez, é o regresso da Alice ao pais das maravilhas, por isso não vão a fazer conta com uma adaptação mais ou menos á letra da obra do Lewis Carroll, porque não o vão encontrar.
Tu podes ir ver, eu vou só ali bater com a cabeça na parede, e convencer alguém para ir comigo ver outra vez o filme, para ver se percebo mais qualquer coisa que me escapou! Ando mesmo a dormir. Provavelmente são os efeitos tardios de ter sido violentamente agredida por um idoso de 80 anos em plena via publica. Deixou marcas. Tanto externamente, como pelos vistos, internamente! Enfim!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Sabem o que é,


Chegar a casa depois das "aulas", ir ao fórum [do outro lado da estrada], e do nada começamos a ouvir gritos masculinos. Vozes ainda que algo distorcidas, nos eram familiares. Olhamos instintivamente para as janelas do nosso lar, e reparamos que os gritos são mesmo de nossa casa. Mais uma vez, o meu [adorado] colega de casa, estava com os amigos a jogar PES, e a alegria era tanta que parecia que estavam num estádio de futebol. Acho que aquelas cinco aberrações da mãe Natureza, conseguem fazer concorrência aos NO NAME BOYS.



Será que não vamos mesmo verificar alguma evolução na raça masculina?

terça-feira, 2 de março de 2010

Resumindo muito rapidamente,


Depois da praxe de ontem, o meu dia de hoje foi passado a dormir nas aulas e a divagar que nem um zombie pela escola. Chego a casa na esperança de ir dormir, ligo o Messenger, e pouco depois estou a falar para a rádio. Toda eu tremia com os nervos, deixei de respirar, falei com uma velocidade 5 vezes acima da média e toda eu transpirei!
Do meu ponto de vista, o resultado foi desastroso, mas gostei MUITO de falar com ele. Foi um bocado inesperado, mas gostei!

A descongelar.


Tive praxe até depois das duas da manhã. Nunca passei tanto frio. Já estou deitada na cama e ainda tenho as pernas e os pés gelados. Adorei a praxe, mas o melhor foi mesmo o regresso a casa. Eu, a minha colega de casa e uma vizinha, sozinhas pela rua principal cá da cidade. Para alem de andarmos no meio da estrada, eu olhei para um daqueles placares enormes do circo e disse: “tenho de levar uma coisa destas para casa”.
A vizinha disse que também queria. A colega de casa fugiu.
Foi ver-me a caminho de casa com um placar enorme [maior que eu] do Circo Royal, debaixo do braço, descontraída a descer a rua para casa.
Fica mesmo bem no cantinho do quarto. Só é pena eu não achar muita piada a palhaços!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Assim muito rapidamente,


Fui visitar a minha madrinha.
Já tinha saudades da voz dela, dos abraços dela e dos beijos dela.
Às vezes sabe bem.
Hoje soube bem!
Mas a pouco!





[O homem da casa tem os amigos enfiados no quarto a jogar PES. Bem, os homens são uns animais... É só o que tenho a dizer. Será possível eles estarem fechados no quarto e fazem barulho como se estivessem no estádio a ver o Porto? Será que os homens alguma vez vão evoluir]