segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Eu, a minha vida, e as p*tas das coincidências!

Estes,
domingo, 30 de janeiro de 2011
♥
sábado, 29 de janeiro de 2011
Juro que o nosso comportamento estes últimos dias... a maneira de falar, os toques, a proximidade… não foi sem querer que a nossa colega de erasmus ficou a pensar que fomos fazer outra coisas quando fomos apenas fumar um cigarro*.
Se isto quer dizer alguma coisa? Não sei. Mas certamente que irei descobrir!
*O que na realidade dava assunto para mais outra historia!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Bom bom,
é ter o padrinho a perguntar se eu tenho namorada ou namorado, e a terminar em grande com um: ‘Epá, aos 20 anos, uma pessoa quer é sexo!!’
Psicologia
sábado, 22 de janeiro de 2011
Um calmantezinho para mim, se faz favor! #2
Mas eu é que sou a pessoa mal-educada, irresponsável e fria. Eu é que não respeito nada nem ninguém. Eu é que sou orgulhosa.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Um calmantezinho para mim, se faz favor!
A partir de hoje, estou oficialmente de relações cortadas com os meus pais. Amanhã até vou jogar no euromilhões e se me calhar nunca mais ponho os pés em casa. Estou-lhes com um pó! Até tenho a cabaça a latejar de tão enervada que estou. Podem chamar-me o que quiserem, mas há coisas que eu não tolero, seja o vizinho a fazer, os pais, o primo, a amiga ou o gato. Tudo tem limites e não é por serem os meus pais que vai deixar de haver limites e que têm controlo sobre tudo.
Na minha opinião uma relação tem de ter como base a confiança e o respeito. Se não houver confiança não há partilha de coisas essenciais para que tudo possa funcionar da melhor maneira. Eu, e não me orgulho de dizer isto, praticamente que não confiava nos meus pais, os meus pais, não sabem nada da minha vida. É uma triste verdade. Conhecem muitos poucos dos meus amigos, e no fundo, aquilo que vêm é aquilo que sabem, aquilo em que acreditam e aquilo que pensam que corresponde à realidade. Mas é assim por uma razão. Começou já á alguns anos e tem tido o desenvolvimento gradual. Por exemplo, os assuntos tradicionais que uma família discute á hora de jantar. Sempre que eu tinha um assunto importante para falar, ou alguma coisa para pedir, a resposta normalmente era ou a gozar, ou era desprezada, ou ouviam-se gargalhadas e piadinhas. Agora opto por comer o que tenho no prato, levantar o rabo da mesa e enfiar-me no quarto. Não discuto nada com eles, raramente dou a minha opinião e evito falar o que quer que seja de como correu o meu dia, ou o que se passa na minha vida. A minha mãe, como começou sem saber nada da minha vida, começou com pequenas parvoíces do tipo, arrumar o meu quarto [quando eu sempre deixei bem claro que sou a única a arrumar o meu quarto e a única a mexer nas minhas coisas] e andar a mexer na secretária e coisas pessoais, andar a mexer em gavetas á procura de algo que lhe desse algumas pistas sobre o que se passava na minha vida. Procurar um telemóvel esquecido e andar a meter-se na minha vida, sempre que o telemóvel tocasse ela era a primeira a chegar junto dele, ou sempre que eu estava a falar ao telefone, corria o risco de ela estar do outro lado da porta. Há uns tempos ela optou por, mais uma vez, andar a mexer nas gavetas do meu quarto, e numa das gavetas estavam um cigarros que eu tinha estado a enrolar na noite passada [Mesmo tabaco, apesar de ela ter pensado que era outra coisa]. Depois disto já houve inúmeras discussões sobre o direito á minha privacidade, mas a resposta deles é sempre a mesma. ‘Enquanto viveres debaixo do nosso tecto, tens de fazer aquilo que te mandam’. Houve mais uma discussão do género, quando no verão, ela andou a mexer na minha mala e descobriu que eu fumava. [Eu não fico fora de mim, pelo que ela descobre ao andar a mexer nas minhas coisas. Eu passo-me completamente da cabeça, e sim, posso parecer meio possuída, é por andarem a mexer nas minhas coisas, sem a minha autorização e sem eu fazer a mínima ideia.]. Hoje foi só mais um desses episódios. Cheguei a casa da escola, e deixei as duas malas numa das cadeiras do balcão da cozinha. [nunca acontece, normalmente vou levar ao quarto ou deixo nas escadas para evitar exactamente estas coisas.], e no fim de jantar, fui para a sala e nunca mais me lembrei onde tinha deixado as coisas. Passado algum tempo começo a ouvir as palavras ‘Ela’, ‘Coração’, e ‘Comprimidos para o Coração’. Percebi que o assunto era comigo. Passados 15 segundos estava ela ao meu lado, na sala e a atirar-me para o sofá o maço de tabaco que eu tinha dentro da mala. Passei-me da cabeça. Disse coisas como ‘É por estas e por outras que vocês não sabem nada da minha vida! Se não me sabem respeitar, não podem esperar que confie em vocês para dizer o que quer que seja’, ‘Não têm nada a ver com a minha vida’. Peguei nas minhas coisas e enfiei-me no quarto. Passados 5 minutos estava a bater á porta do meu quarto a perguntar se podia falar.
‘Podes. Mas vais falar sozinha porque nem para a tua cara quero olhar. Quando aprenderes a respeitar as pessoas, podes vir falar comigo.’
Resposta: ‘Quando tiveres filhos vais perceber o porquê de eu fazer isto.’
‘Se queres saber alguma coisa dos teus filhos, perguntas, não andas feita parva a mexer naquilo que não te pertence, porque nenhum dos teus filhos mexe nas tuas coisas quando não estás a ver.’
Resposta: ‘Eu pergunto, mas vocês não me dizem nada!’
‘Se não confiamos em vocês para dizer o que quer que seja, continua a mexer nas nossas coisas sem nós sabermos porque é assim que se ganha confiança. Parece-me que vão os dois num bom caminho’.
Rabinho entre as pernas e fecha a porta do quarto sem mais uma palavra. E sim, podem dizer que sou má pessoa, mas para mim, tudo tem limites.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
A Minha Vida Dava um Filme
Eu juro que mais uma destas e vou inaugurar uma nova rubrica neste blog. O nome vai ser ‘A minha vida dava um filme’. As personagens obviamente que serão as do costume, já me deixa profundamente enervada, mas parece que não posso evitar. Não posso evitar mesmo.
Pois bem, o que se passou foi o seguinte. Para uma das cadeiras do curso, tenho de entrevistar um profissional da psicologia, e para isso, hoje, eu e o meu grupo de trabalho, 3 raparigas e um rapaz [que mora perto de mim, andou comigo na primária, básica e no escutismo]. Os carros eram dois comerciais, logo, visto que eu e o Rapaz vivemos perto um do outro, eu era quem ia com ele para casa, porque as outras duas raparigas vivem no lado oposto da cidade. Pois bem, acaba a entrevista depois das 8 da noite, e a esta hora a cidade está praticamente deserta. Estávamos os dois dentro do carro, vidros abertos e musica trance [os vidros abertos era por causa do tabaco, e não para toda a gente ouvir a musica. Não somos desses] na principal avenida da cidade [praticamente vazia] e está um carro a sair do estacionamento. Eu, do alto da minha estupidez, digo:
Eu: Olha, é o carro do J.
E: Que J.?
Eu: O primo do M.
[Andamos todos juntos na escola, conhecemo-nos todos.]
E: Eehh não vejo esse gajo á bué!
Acelera, reduz a velocidade e o J. olha para o E. cumprimenta-o e eu, feita BURRA, chego a cabeça para a frente e digo adeus. Neste momento o 'meu' carro pára no semáforo, e o J. em vez de para ao nosso lado, porque estava vermelho e assim poder continuar a conversa com o E. que continuava de vidro aberto e a querer falar com ele, acelera a fundo e passa no vermelho.Nós os dois dentro do carro, olhamos para o semáforo, olhamos para o carro do J. voltamos a olhar para o semáforo e começamos a rir que nem parvos.
Eu sei que sou de psicologia, que devia compreender o comportamento das pessoas, mas esta reacção, juro que não entendi.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Querem saber algumas das coisas que tornam a minha cidade única?
O rio corre para norte;
A rua Direita é torta;
O rei está na República;
Os mortos estão por cima dos vivos;
A Igreja não tem sino;
A torre não está na sé;
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Butterflies

domingo, 16 de janeiro de 2011
Fim do [meu] Mundo
Entre transcrições de entrevistas para fazer, trabalhos para fazer e apresentar. Inquéritos para aplicar, aprender a trabalhar com o SPSS, um livro de psicologia para resumir e as frequências já no inicio de Fevereiro, acho que vou desaparecer e voltar quando tudo isto passar.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
É ou não maravilhoso?
Eu tirei a carta de condução, é verdade, mas os meus pais não me deixam andar sozinha de carro. Amanhã tenho de ir logo de manhã para a escola. Tenho de voltar a ir às 2 da tarde, tenho de ir para o clube a meio da tarde porque tenho jogo ao final da tarde, e ainda tenho um jantar em casa de um tio meu. Ou seja, não vou parar em casa durante todo o dia.
Discussão do momento?! É ou não possível, eu levar o carro?! Pela minha mãe eu andava de carro todos os dias, pelo meu pai, eu ainda não estou preparada!
Apetece-me andar outra vez com mudanças no blog.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
O que leva uma pessoa como eu a acordar às 6:20 da manhã?!
O exame de condução.
Como correu? Deixei o carro ir a baixo duas vezes, bati duas vezes no passeio a estacionar, já para não falar de que me enganei numa indicação que o examinador deu. Ou seja, mandou-me virar á esquerda, eu esqueci-me, parei quase a fundo em cima do entroncamento, e no final ainda o ouço a dizer que a posso ter uma condução defensiva mas sou muito precipitada a conduzir. [não foi esta a palavra que ele usou, mas foi algo parecido].
E por estranho que pareça, fiquei aprovada no exame. Já tenho a carta de condução!
"Fasten your seatbelts, it’s going to be a bumpy ride".
Desabafo
A verdade é praticamente não se fala de outra coisa nos meios de comunicação. Eu não tenho estado a par do assunto, simplesmente ouvi algumas coisas na rádio e alguns comentários de quem se cruzava comigo ao longo do dia. Por isso, o que vou dizer não passa da minha opinião e como é fundamentada pelo que ouvi das pessoas com que me tenho cruzado podem ter pouco de verdadeiro.
Pois bem, o Renato era um jovem, que ambicionava a todo o custo ser famoso [parabéns conseguiu!], segundo algumas fontes, este era heterossexual, ao contrário de Carlos. Em conversa com uma amiga/o este disse que gostava do Renato, mas ao perguntar se este era também homossexual que respondeu que Mais ou menos. Ou que estava a mudar isso.
Para mim é MUTO complicado imaginar um relacionamento entre um jovem de 20 anos com um homem de 65 que não tenha como base, o interesse. De ambas as partes, porque obviamente que o Carlos não era parvo nenhum.
Agora, se entrarmos um campo mais psicológico, a mutilação dos órgãos genitais, que é um crime horrível e de uma violência incalculável, pode vir a significar muita coisa. Pode dar a entender que existia não só uma relação amorosa/sexual entre os dois, como pode ser também interpretado como um conflito sexual.
A última pessoa que ouvi falar do assunto comentou que o Renato não só espetou o saca-rolhas num dos olhos de Carlos, como acabou por o mutilar nos órgãos genitais com o mesmo, dizendo assim que já não era gay e que o estava a libertar de demónios homossexuais. Ouvi também dizer que o Renato depois de ter assassinado o Carlos que tomou banho, vestiu o fatinho e a gravata e só depois é que abandonou o quarto, o que me causa arrepios, como é que alguém consegue matar alguém desta maneira e ainda conseguir manter esta indiferença e insensibilidade, após matar uma pessoa que supostamente deveria significar alguma coisa para este.
Eu acho extremamente estranho, e fico a pensar que, será que andasse o Carlos a ajudar o miúdo a tornar-se famoso, em troca de favores sexuais? Terá o Carlos obrigado o Renato a fazer algo que não queria, resultando então, não só da mutilação com da perfuração do olho, dando a entender que este tenha visto algo que não devia?!
Psicólogos Americanos, investiguem bem o Renato porque é um crime, interessante. Curioso. Romântico. [Mas obviamente assustador!]
sábado, 8 de janeiro de 2011
GGRRRRR

[a inspiração para estas maravilhosas palavras foi da inteira responsabilidade dos meu dois progenitores Em especial do masculino.]
sábado, 1 de janeiro de 2011
Primeiras músicas de 2011
Karma tastes so sweet'
Running around leaving scars'
Não se deixem apaixonar!

