quinta-feira, 18 de abril de 2013

É Só.


Às vezes queria pessoas de valor na minha vida. Talvez este seja o preço que estou a pagar por erros do passado. Dói olhar à minha volta e não haver ninguém que me compreenda. Alguém a quem possa contar os horrores da minha vida. Alguém que me saiba ajudar a encontrar o caminho certo. Alguém sem duas faces. Alguém em quem confiar.
É só.

domingo, 10 de fevereiro de 2013


Ligam-me às 4.30 da manhã a avisar que o meu irmão está sem bateria no telemóvel e que tenho de o ir buscar. Respondo com o meu mau-humor e falta de educação matinal. Ainda de pijama, atravesso a estrada e entro dentro do carro. Ao meu lado, pára um carro e o condutor abre o vidro. Olho para o lado, vejo um dos anormais a que chamo amigo, que me diz: ‘Gostas dos meus óculos à Cátia da Casa dos Segredos?’. Olhei para dentro do carro, vejo o meu irmão. Ele volta a dizer: ‘É Carnaval ninguém leva a mal’. Saí do carro, caí a subir as escadas de casa, entrei dentro de casa aos palavrões, e aparentemente não os mandei a nenhum local menos simpático. Estou admiradíssima comigo.